Ele notabilizou-se enquanto Diretor Geral dos Impostos e Presidente do Conselho de Administração Fiscal, onde através de uma gestão "normal" e ajudado por um "choque tecnológico" implementado no sistema publico pelo governo da altura, arrecadou milhões de impostos considerados "perdidos".
A sua genialidade ultrapassou governos e cores partidárias, ele ganhou a fama do "génio da gestão". Presumivelmente, qualquer lugar para onde ele fosse nomeado esperaria-se que arrecadasse "milhões".
Com um trunfo destes, a ideia genial deste "Coelho", que às vezes é "Paulo" e noutras é "Passos", foi em alocá-lo à Saúde, porque este era o ministério "doente" e despesista do país.
Então com a maior das naturalidades dos "génios" dos "números e poupanças" pegou na sua folha de Excel e listou as despesas, começou a fazer cortes, isto é redução das fontes de despesa; menos médicos, enfermeiros e outros funcionários; menos camas e outros equipamentos; menos seringas, pensos e outro material hospitalar. Somando a isto, ainda se fizeram uma meia dúzia de adjudicações externas de alguns serviços hospitalares(claro que, esses são capazes de poupar ainda mais!).
Parece que estes "abortos governamentais" desconhecem alguns dos mais nobres ditados populares:
- Com a saúde não se brinca;
- Na saúde não se poupa;
...e agora acredito veementemente que ainda este ano esta sabedoria lhes diga, aquele termo já de irritação e muito usado no Norte;
...e agora acredito veementemente que ainda este ano esta sabedoria lhes diga, aquele termo já de irritação e muito usado no Norte;
-IDE BRINCAR COM O CARALH...
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