quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Minhas duas dama mi disseram ontem qui tão gravida!

Ao inicio do dia,

- Então rapaz, esqueceste-te de verificar, se podes levar a minha mota lá ao mecânico teu amigo?
- Não, não, até qui esqueci, mais chefe eu estou um pouco louco com uns mambo!
- Hãaaa?
- Minhas duas dama mi disseram ontem qui tão gravida!

Ao fim do dia,

- Chefe, já falei com o mecânico!
- Obrigada rapaz!
- Sabi, eu di manhã tava muito louco, mais agora quiria pedi um conselho!
- Se puder ajudar.
- Sabi, a moça qui mi estava esquentando à cabeça, dizendo qui estava gravida agora mi dissi pra não preocupar. Dissi que abortou há hora do almoço! Acha que ela tá chingando comigo?
- é pá... não sei!
- Eu gosto e amo loucamente minha dama, ela tá gravida e nóis vai fazer o pidido, mais esta outra é minha vizinha, ela invade meu quintale e eu não consigo mi controlare.
- Quando ela aparecer, sais de casa e vais ter com a tua dama!
- Chefe, minha dama mora distante!
- Então usa preservativo!
- Chefe, ohhh... isso é qui não pode!(rindo!)

Confiança... desilusão…

Até onde pode ir o camuflar da mente de um ser humano, até onde poderá chegar essa mente humana para ultrapassar as barreiras das leis, dos ensinamentos e da cultura, daquilo que nos diferencia dos animais.
Porque será que olha-mos para aquele, que está ao nosso lado, e decidimos contar a eles os mais ínfimos detalhes da nossa vida?
O motivo é a “confiança”. Confiança esta, que pode ser criada ao longo do tempo, ou advém de características e atributos suficientes que nos induzem a acreditar.
A desilusão vem sempre depois da confiança!
Onde não houver confiança não poderá existir desilusão. Confia-se, pois acredita-se que podemos confiar, e só se acredita porque fomos induzidos a isso pela mente humana (a nossa e a da outra pessoa).
Isto acontece no mundo dos negócios, no mundo da política que também é um negócio e no mundo sentimental. Todo o sucesso que podemos conseguir nestas áreas depende de um elaborado trabalho mental.
Há dias li um livro em que do seu início até ao fim, a personagem principal fazia perguntas e dava as respostas que estava a questionar ao seu amigo. A história incidia entre a personagem principal e o seu melhor amigo, o qual havia crescido junto dele e com ele. Desde infância que se conheciam ao mais residual pormenor. Ele abriu-lhe as portas de sua casa logo em miúdo, eles eram como unha e carne. Mantiveram um relacionamento próximo entre os 5 e os 30 anos. Até que uma vez, depois de uma longa história ocorrida num só dia, o seu amigo desapareceu para só regressar, quando ambos tinham 70 e muitos anos. Quando estavam em fim de linha!
Para a ocorrer uma separação por tão longo período, não se voltarem a encontrar e após 50 anos, reencontrarem-se e reflectirem sobre o que levou àquele afastamento abrupto, o problema acaba por ter sido a quebra de confiança. Não foi a desconfiança por parte de quem partiu, mas de quem ficou! Mas tendo em conta o fim do livro, a dúvida se eternizará… Isto porque tal como na realidade, nós conhecemos a nossa própria mente, mas estamos impossibilitados de conhecer a do outro.
Era só um livro, uma história entre dois grandes amigos, mas o nosso mundo também assim! E eu tenho uma enorme facilidade em transpor aquilo que leio para a vida real.
Há uns dias, um ser humano foi brutalmente assassinado por um outro ser humano, em quem presumivelmente confiava, tendo em conta a história de vida que já haviam tido juntos.
Defendo que para sobrevivermos a este mundo de mentes, o segredo não passa por deixarmos de confiar, mas termos muito próximos e o sentimento de confiança com o da desilusão…


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Este não é o seu galho...

O génio na cobrança de impostos é agora um paspalho no Ministério da Saúde.


Ele notabilizou-se enquanto Diretor Geral dos Impostos e Presidente do Conselho de Administração Fiscal, onde através de uma gestão "normal" e ajudado por um "choque tecnológico" implementado no sistema publico pelo governo da altura, arrecadou milhões de impostos considerados "perdidos". 

A sua genialidade ultrapassou governos e cores partidárias, ele ganhou a fama do "génio da gestão". Presumivelmente, qualquer lugar para onde ele fosse nomeado esperaria-se que arrecadasse "milhões". 

Com um trunfo destes, a ideia genial deste "Coelho", que às vezes é "Paulo" e noutras é "Passos", foi em alocá-lo à Saúde, porque este era o ministério "doente" e despesista do país.

Então com a maior das naturalidades dos "génios" dos "números e poupanças" pegou na sua folha de Excel e listou as despesas, começou a fazer cortes, isto é redução das fontes de despesa; menos médicos, enfermeiros e outros funcionários; menos camas e outros equipamentos; menos seringas, pensos e outro material hospitalar. Somando a isto, ainda se fizeram uma meia dúzia de adjudicações externas de alguns serviços hospitalares(claro que, esses são capazes de poupar ainda mais!). 

Parece que estes "abortos governamentais" desconhecem alguns dos mais nobres ditados populares:
- Com a saúde não se brinca;
- Na saúde não se poupa;
...e agora acredito veementemente que ainda este ano esta sabedoria lhes diga, aquele termo já de irritação e muito usado no Norte;
-IDE BRINCAR COM O CARALH...

domingo, 25 de janeiro de 2015

Enraivecido...

Eu até tinha desvalorizado a derrota, sim eu tinha! Mas se continuam a vir aqui chatear-me com esta conversa, eu vou-me passar. Ao chefe já perguntei, se ele tinha problemas na construção de frases, por na verdade ele não consegue completar uma frase, não é de hoje é sempre.
Se continuar esta saga de ataques eu prometo que venho aqui apontar todos os defeitos, todos os vossos defeitos...
Tenho dito!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Isto não é jornalismo, isto é porcaria!

Quero a Taça da Cerveja. Esta Taça da Cerveja!

Quero aquele pedaço de chapa no museu do meu clube. 
Este ano eu quero a Taça da cerveja no museu, para poder olhar para ela e recordar este jogo em Braga... "Como nos recordamos do Derlei, completamente rebentado, a fazer sprints nos prolongamentos dos jogos contra o Celtic e o Panathinaikos; como recordamos o Pedro Emanuel, com uma cãibra, a entrar pela baliza do Baía dentro para evitar mais um golo do Inter; o João Pinto, acompanhado pelo Baía, o Secretário e (quem diria) o Rui Jorge, a levarem com garrafas no Jamor; o Lisandro Lopéz a correr 70 metros para ir roubar uma bola ao Rodríguez quando o Benfica, de Chalana, ficou contente por perder apenas por 2-0; o Fernando com tentáculos que mais pareciam oriundos de um filme de porno japonês contra o Zenit; o Pedro Mendes a gritar, aos 91 minutos em Gelsenkirchen, para o Jorge Costa: «Oh bicho, eu nem acredito!»."

Foram tantos os momentos que simbolizam a mística portista!

Hoje temos mais uns quantos. O Helton a fazer a vénia aos adeptos enquanto bate com a mão no peito; o Rúben Neves completamente rebentado ao fim de 90 minutos, após lesão; o Campaña com olhos esbugalhados de serial killer; o Ángel numa corrida que já não se via desde o sprint do Cissokho em Braga; o Marcano a levar à frente um, dois, três e a recuperar com mais um sprint à maluca. 

Esta sim, é a raça de dragão como há muito não víamos, como pensávamos que não veríamos num plantel com tanta gente nova.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O ciclo da história!

Reencontro os amigos, os conhecidos, os colegas e aqueles que por algum momento estiveram envolvidos em assuntos profissionais comigo. O tema de conversa é o mesmo, o assunto mantém-se à volta do mesmo problema. O problema é a crise, aquela que fez 80% deles emigrarem para aqui.
Este tema é o cumulo dos cúmulos... O egoísmo do ser humano é das coisas mais fantásticas a observar! Antes de emigrarmos para esta republica das bananas, ou dos seres que se alimentam destas mesmas frutas.
Aqueles que agora,  se mostram preocupados, para não dizer em pânico com este abaixamento do preço do produto que já originou tantas guerras sem sentido no mundo, são os mesmos que outrora lá no rectângulo verde e vermelho à beira mar plantado choravam a sua escalada com uma agressividade implacável contra o mundo e os seus governantes!
Um dia, lá nos tempos longínquos de estudante no secundário, durante uma aula de historia disse em jeito de adolescente rebelde ao professor que leccionava aquela disciplina;
- O passado a mim não me interessava para nada, o futuro é que tem de ser a aposta da educação!
Ele prontamente respondeu-me, com palavras que, sempre que coisas como estas acontecem surgem na minha memoria:
- No mundo, tal como a historia nos mostra, todos os acontecimentos são cíclicos, eles repetem-se de uma forma evoluída no tempo. Aqueles que hoje despesas poderão ser os teus maiores aliados no futuro, tal como já o foram no passado! Se queres preparar o futuro terás de estudar muito bem o do passado, temos muito a aprender com a história, porque meu amigo, a história, repete-se!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Aqueles momentos... Inesquecíveis!

Acabadinho de chegar, correu vertiginosamente para mais um muito aguardado encontro. Ele estava feliz porque vinha de uma semana de sonho. Mas era o momento de mais um daqueles inesquecíveis e emocionantes encontros, bebidos até à ultima gota que fazem parte da sua mais nobre alegria sentimental.
Ele pensava que estava atrasado, mas não, não era ele quem afinal estava atrasado.
Estava cansado, mas ansioso, e com pressa de chegar. Parou para revitalizar-se, lavar a cara e acordar de um sono de uma noite não dormida.
Quando chegou enviou de imediato mensagem para dizer que tinha chegado. Deviam ser umas 13 horas e 45 minutos, a rua em calçada aonde tinha estacionado o carro estava calma como sempre, o sol brilhava assim como brilhou durante quase toda a longa viagem. Afinal ele tinha chegado cedo de mais. Foi lhe dito para ir até ao Shoping. 
Perdeu-se no curto e fácil trajecto que ele tinha de fazer. Desta vez não foi por culpa dela, mas por culpa do GPS, ou terá sido por causa dos dois. Acabou por ser ele a chegar atrasado.
Precipitado, como sempre, levou a prenda na mão pensando que talvez fosse um encontro curto e que ela não estava com muito tempo disponível para ele. Mas ele tinha tantas coisas para lhe contar! Temia que ela não o fosse ouvir. E que ela não o brindaria com o contar das suas peripécias vividas nos últimos tempos. Será que não teria direito aquele jeito espontâneo dela relatar os acontecimento? Será que desta vez não seria arremessada a flecha que o desarma e cativa o olhar deliciado, lhe derrete as expressões faciais quando olha para o brilhar dos olhos dela, ao mesmo tempo que a ouve!
Ela continuava igual, com aquele olhar doce e ao mesmo tempo assustado e perdido, aquela fala de pouco sotaque capaz de articular palavras com mais palavras que fazem as frases soar a musica nos ouvidos dele. Estava ali diante dele, linda e deslumbrante como sempre. Nem as duas borbulhas que lhe observou na testa, mesmo por cima das sobrancelhas lhe demoveram o olhar que lhe apreciava a já tão conhecida beleza do rosto e o tom de pele rosado que segundo ela era efeito do creme que havia colocado ao acordar. Evitou por instantes os olhos para não ficar desarmado logo nos primeiros minutos do encontro, olhou com meiguice e sem expressão de cobiça masculina para todos os traços perfeitos do corpo dela e por fim como se ouvisse o mais belo refrão da letra de uma das musicas preferidas dele, escutou;
- Vamos almoçar a outro lado, a um sitio mais giro!
  



sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

mas porquê?

Não sei porquê, mas tenho saudades tuas!

Tenho de memorizar isto...

Como distinguir as duas palavras?

1. ACENTUAÇÃO

Um dos truques mais comuns para saber se devemos usar a palavra com ou sem hífen é conseguir identificar a acentuação das palavras. Quando a palavra tem hífen então o acento faz-se na primeira sílaba, como nos seguintes exemplos:
Se a palavra não tem hífen, a acentuação da palavra é feita na segunda sílaba:
  • marcasse — «marcásse»;
  • passaste — «passáste»;
  • levamos — «levâmos» (pres. indicativo) ou «levámos» (pret. perfeito).

2. NEGATIVA

Outra técnica para destrinçar algumas das palavras é pôr a frase na negativa. Isto deve-se ao facto de o pronome ("te" e "se") passar para a posição anterior ao verbo na frase negativa se existir hífen, o que, no caso de o verbo estar no presente do indicativo, exclui a hipótese de confusão com o pretérito perfeito do indicativo ou com o pretérito imperfeito do conjuntivo.
Assim, para frases com a forma correta a negação faz sentido:
  • Ele apressa-se para apanhar o autocarro → Ele não se apressa para apanhar o autocarro;
  • Ontem gostaste do filme → Ontem não gostaste do filme;
  • Estudaste pouco de manhã → Não estudaste pouco de manhã;
  • Tu mandas-te logo de cabeça → Tu não te mandas logo de cabeça.
Facilmente se percebe que os seguintes exemplos estão incorrectos ao estudar a negativa:
  • Ele apressasse para apanhar o autocarro → Ele não apressasse para apanhar o autocarro;
  • Ontem gostas-te do filme → Ontem não te gostas do filme;
  • Estudas-te pouco de manhã → Não te estudas pouco de manhã;
  • Tu mandaste logo de cabeça → Tu não mandaste logo de cabeça.

ai esta preguiça...

Eu tenho tanta coisa para escrever, mas também tenho tanta preguiça dentro de mim, que me leva a não escrever nada!
Sendo assim, e para não sentir um enorme peso na consciência por abandonar a escrita, vou abreviar as coisas e lançar os tópicos do que poderia escrever.
- Meu chefe e o meu colega de casa, que também trabalha comigo estão a ter orgasmos múltiplos, eles  falam sobre Gins's!
-Visitei um planeta fantástico, não sei se quereria ir para lá viver, mas sei que vou lá voltar mais vezes.
- Leio um livro que exige de mim uma concentração invulgar, já não sei se é a arte da literatura ou a arte da confusão.
- Refém de seu olhar.
- Continua preso.
- Não sou egocêntrico e muito menos narcisista, mas independente e com uma agenda própria!
Pode ser que venha a aprofundar estes temas, mas também pode ser que não!