sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Palhaço e cromo!

Nem palhaço, nem cromo faz parte das minhas características!
Quem o pensar, enganou-se! 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

DURA PRAXIS SED PRAXIS

...é com orgulho que praxei e fui praxado!
Acho uma enorme estupidez o que se tem vindo a falar sobre as praxes, e esta discussão que agora se levanta sobre o fim desta tão nobre e importante tradição!
Procurar generalizar o que alguns idiotas fazem ou fizeram... é tão somente uma estupidez! 

Enumero os 4 pontos que considero importantes nas praxes e que vão ajudar o caloiro no futuro:

1 - Integrar, ele está longe da terra natal, muitas das vezes não conhece ninguém... 

2 - Criar espírito de grupo, aprender que nem sempre conseguimos fazer tudo sozinhos, temos de nos saber unir, e assim ultrapassar os vários obstáculos que vão surgindo ao longo do curso.

3 - Respeito, aprender a respeitar o colega, o professor, o senhor que passa na rua. Aquele momento da vida em que deixa a Secundária e vai para a universidade, está com 18 anos, é maior de idade, mas continua infantil e se a isso juntar a "grandeza do ego" porque agora já anda na universidade! Pois bem, se não houver respeito, pelo doutor ou o engenheiro!
"Vai ser difícil ver o miúdo deixar o skate do lado de fora da sala..."

4 - Amar, amar o curso que frequenta, amar a universidade onde estuda, amar a terra que o acolheu...



-"O caloiro não tem direitos nem voz activa, excepto os consagrados pelo presente Código de Praxe"
-"O caloiro não tem sexo nem nome"
-"O caloiro é um voluntário, se não quer ser praxado, só tem de se declarar anti-praxe."



Ps: Existe um código de conduta, para o caloiro como para quem praxa, é só cumprir... 
e se necessário, alterar! Não acabar!



Detesto!!!!!!

Não gosto mesmo nada das camisas do cavalinho!
Blhak.... 
São feias! Quem as usa tem pinta de mentirosos! E têm a mania que são ricos...
e mais uma data de coisas que não são boas...



sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

"i don't believe in love" ou será "medo do Amor"


Valerá a pena ter medo de amar?
Com tantos outros medos que nos deparamos no dia a dia, será que faz algum sentido ter medo do amor!?
Tenho medo da violência, medo de problemas financeiros, ou da tão temida solidão…
Alguns dizem que é o medo da solidão que nos leva a procurar relacionamentos.
Absurdo ou não, a verdade é que o medo de amar instala-se em nós e em nossas articulações e todos nós sabemos o porquê. 
Porque achamos que aquele amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, um dia acaba. E queima-nos por dentro, faz-nos um corte profundo e longo que começa no peito e chega até ao nosso dedo do pé mais pequeno.
Muitas vezes o amor ofusca-se bruscamente porque de repente surge uma terceira pessoa, ou então simplesmente porque acabou o interesse ou a atracção. Ás vezes nem conseguimos saber o porquê do fim desse sentimento, é um verdadeiro mistério "indecifrável".
Se é verdade que o amor termina, como um individuo mal-agradecido. Também é verdade que na maioria das vezes ele  termina, mas termina só de um lado, são raros os casos em que ele se encerra em dois corações ao mesmo tempo. Ele desacelera num antes do outro, e divide-se a dor.
Dói em quem tomou a iniciativa, porque terminar não é fácil, porque parar com as rotinas é sempre traumático.
Junto do amor verdadeiro também existe a amizade,  ela é a presença com que nos acostumamos. Romper um amor não é estupidez, é um momento de grande responsabilidade, é uma bala que entra no corpo do outro, no afecto do outro, e é a dor do impulso da arma em si próprio, ainda que com menos gravidade.

Mas pior, bem pior é o amor rejeitado. Esse é uma fractura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, e quase desejamos uma violência qualquer venha da rua em nossa direcção e nos marque e faça doer o corpo todo para esquecermos essa violência vinda do tempo gasto e vivido.
Ele é como um  assalto em que nos roubaram, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade.
Mas a verdade é que sem o amor, nada nos resta, a crença desaparece, o romantismo perde o sentido, e até as músicas idiotas nos emocionam dentro do carro perdem o interesse. 

Mas como depois da tempestade vem a bonança, passa a dor do amor, e logo de seguida vêem as trégua, e o nosso coração está limpo de novo, os nossos olhos estão novamente secos, e a boca vazia.
Nada de interessante está acontecendo connosco, mas também nada de ruim.
então e:
- Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos. 

"Eu sou corajoso!"

- Apesar de ser um medo justificado, amo e amarei outra vez e todas as vezes que o amor chamar por mim… Posso fingir um pouco de resistência mas sei que será impossível recusá-lo.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Os empurrões da vida!

Muitas vezes nas nossas vidas passamos por alguns momentos difíceis, às vezes complicados, onde não se vê alguma saída no momento.
Na verdade, temos sempre duas escolhas que segundo os filósofos do tema são indesejáveis: esperar ou enlouquecer!

O normal é optarmos por esperar que passe, ou então que surja uma solução mágica para o que estamos a passar. Esperamos que as coisas melhorem,  mesmo sem haver essa possibilidade no momento, ou que piore quando temos outra opção. Mas esperar é definitivamente uma escolha pouco eficaz e em muitos casos, até uma atitude covarde.

Mas a pior opção é enlouquecer! Achar que a culpa está no nosso interior, temos medo do que vem aí, não controlamos as nossas emoções e fazemos escolhas que levaremos as consequências para o resto da vida. Ás vezes, uma palavra certa dita num momento errado, às vezes uma atitude momentânea que se arrastará nas nossas lembranças e mortífera para sonhos futuros.

Ao longo do tempo fui percebendo que, há momentos em que estamos parados sem saber o que fazer, a olhar para um futuro desejável, e ficamos à espera de opções que aparentemente não se tornam reais... 

... é quando vem a vida com toda a coragem e loucura que ela tem e empurra-nos para o desconhecido!

À primeira vista pensamos que cairemos num precipício, onde certamente nos magoamos, onde nos perderemos, onde não há opções de mudanças...Eu também já levei bastantes empurrões,mas verifiquei que quando caía, isso era porque eu tropeçava em alguma coisa! 

Descobri que antes do precipício há um degrau. Esse degrau determina se subimos ou caímos, a escolha é somente e exclusivamente nossa. É verdade, às vezes precisamos cair para nos reerguer-mos, ás vezes entendemos o que está a acontecer e subimos mais, enfim, o degrau de reconhecimento é inevitável.

Para mim, o mais importante a interiorizar é que todas as vezes que mudam os nossos planos, que magoam os nossos sentimentos, que nos empurram para uma vida que não corresponde ás nossas expectativas, temos sempre diante de nós um precipício onde temos de ter coragem para nos atirarmos, mas nunca nos podemos esquecer que também temos a opção de subir mais um degrau...

Não tenhas medo que a vida te empurre muitas vezes, porque a cada empurrão que levares, tu sobes e melhoras cada vez mais como "PESSOA ÚNICA QUE ÉS".