Eram 4:30 da manhã e decorria mais uma daquelas noites de sexta para sábado do ilusório divertimento extremo. Eu já me encontrava embriagado. Fiz aquele gesto, que já nem sei se é pensado ou instintivo de sacar o Smartphone e verificar o que rola nos murais do facebook.
Olhei e vi uma noticia, aparentemente pensei que seria mais uma fofoca ou noticia viral. Continuei a actualizar o Feed de noticias, mas a noticia continuava a aparecer. Então resolvi observar melhor e reparei que era uma noticia da "SIC NOTICIAS"! Poderia ser só do Correio da Manha, ou do SOL, no máximo da TVI, mas a SIC NOTICIAS tinha um video!
Fiquei incrédulo e perplexo, naquele momento esvaziou-se muita coisa e apoderou-se de mim uma sensação estranha de desconforto e descrença. Uma incapacidade de defender o que quer que fosse que eu acreditasse!
Já passaram 4 dias e o que se esvaziou em mim naquele momento ainda não foi reposto... Serão momentos como este capazes de me marcar e provocar em mim uma mudança?
Ainda há pouco tempo li uns livros que me motivaram querer "aprender a amar sem esperar muito dos outros...", mas será isso possível? Valerá a pena acreditar?
Quanto à noticia propriamente dita, ainda não consigo comentar, nem sequer consigo ter uma opinião formada.
Será que devo deixar de acreditar nas pessoas e somente acreditar nas ideias dessas mesmas pessoas?
Neste momento ainda não é fácil para mim separar as coisas!
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Saudades de casa!
Começa a chegar aquela fase em que estou com tantas de saudades de casa...
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Cientista usou camisa com imagens de mulheres seminuas!


E foi com esta noticia hilariante que comecei o dia de hoje, nas minhas leituras de artigos online.
Matt Taylor é um cientista que pertence ao projecto da Sonda Philae, a primeira que aterrou num cometa e andou por lá a "perfurar o solo" e a recolher a mais diversa informação para estudo cientifico. Este senhor está envolvido numa grande polémica porque usava uma camisa com mulheres assim "meias destapadas" durante uma transmissão em directo da missão da sonda.
De facto é algo estranho, mas também são estranhas as tatuagens à Raul Meireles~que ele tem pelo corpo fora!
De facto este senhor tem muita coisa estranha, mas se ele é cientista e anda a "perfurar um cometa"!
Esperavam o quê?!! Que andasse com camisas do cavalinho!????
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Um fim de semana de molho...
Depois de ter passado o fim de semana quase todo ele de cama. Digo "quase todo ele", porque ainda fui uma horinha à piscina no sábado durante a tarde, e assim agravar a minha constipação. Antes era só garganta e espirros, mas depois passou a ser garganta, espirros e tosse. Como se não bastasse, para uma pessoa que supostamente estava doente, no sábado também fui a uma Gala do Congresso de Salsa e Kizomba(ohhh meu Deus, eu, que antes de vir para este planeta, detestava estes dois tipos de musicas e danças, ohhh meu Deus porque me abandonaste...). Mas a verdade é que tinha de ir, pois já havia feito o investimento de 100usd para comprar o bilhete, e além disso uma das minhas melhores amigas também ia actuar e obviamente, eu teria de estar presente.
Fiz o esforço, fui e diverti me... e agravei a constipação! É um facto...
Mas resisti aos convites para no domingo ir com "o pessoal" para a praia. "Não, amanhã vou estar o dia todo de cama, e por favor ninguém me chateie".
E assim foi, dia todo debaixo dos cobertores a ver Breaking Bad; há quem diga "a melhor série de sempre", eu que a comecei a ver no sábado e terminei o fim de semana com a primeira temporada vista e mais alguns episódios da segunda, digo "é interessante, bastante interessante".
... e foi um domingo com muitos episódios de Breaking Bad vistos, fiz sopa e comi, fiz cachorros e comi, e ainda tive tempo para ver um filme romântico que não me lembro do nome, mas cuja história incidia no pai rico que fez tudo para que o filho do mecânico não namorasse com a sua filha.
Hoje de manhã, depois de acordar, tomar banho, fazer uns mini exercícios de rotina, vestir-me e passar para a cozinha, lançar-me todo esfomeado ao pequeno almoço vem a empregada toda sorridente perguntar-me se estava melhor.... Olhei para ela e pensei, olhei para ela e pensei, continuei a olhar para ela e a pensar, até que depois de muito pensar tive a brilhante ideia de aproveitar a minha situação de "doente" para fazer-lhe algumas exigências que há muito tinha vontade de fazer.
"Sabes, eu fui ao médico e ele disse-me que esta tosse, espirros e dor de garganta que tenho, não é uma constipação mas sim, alergia ao pó. A partir desta semana quero que pelo menos uma vez por semana tires todos os objectos dos armários, das gavetas, das mesas e limpes bem o pó a tudo!"
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Homens, mulheres e filhos...
Como já havia referido numa publicação anterior, eu tenho uma segunda profissão, V.I.P - Serviços de Aconselhamento e Apoio! Não me queixo muito, porque gosto de ocupar os meus tempos livres e se for a ajudar as pessoas, isso é óptimo! Até se torna numa actividade extra bastante interessante, pois acabo por entender cada vez melhor a mente humana e sua previsibilidade.
Nesta semana chegou-me um caso às mãos bastante complicado. Isto porque trata-se de uma cliente habitual, a qual também é uma cliente bastante amiga. Penso que de todas as clientes que tenho é aquela que mais confia em mim e do meu desempenho de apoio psicológico.
Tenho a acrescentar que gosto muito dela e quero que ela seja muito feliz. Entretanto estou com sérias dificuldades em definir a melhor das soluções para o problema dela e assim poder aconselha-la.
Ela acabou com o namorado há uma semana(parece que desta vez foi a sério!), o normal é acabar numa semana e reatar na outra. Já não tenho dedos numa mão para contar o número de vezes que a atendi em situação idêntica. Desta vez há uns dados novos que me levam a acreditar que "desta é de vez", pois já houve um email com a rescisão de contrato. Tudo indica que as relações modernas são assim, "ai não atendes o telemóvel, toma lá um email!".
Mas falando seriamente do caso; há algum tempo que eu pressentia que o namoro estava condenado ao fracasso. Este foi mais um daqueles casos em que ela, que é uma rapariga gira, muito gira e muito simpática, apaixonou-se pelos lindos olhos dele, pelo seu porte atlético e ainda pela sua capacidade oradora. Ambos esqueceram os conteúdos! Os sonhos de um não eram os mesmos do outro. Ela queria casar e ter filhos, mas ele já tinha uma filha e a dor da distância dela não lhe permitia pensar em ter mais descendentes. Isto, e à partida era uma barreira difícil de ultrapassar. Mas a paixão é cega e ambos arriscaram no relacionamento, entretanto com o tempo chegaram as cobranças; ela queria ele mais perto dela e ele quando estava chateado ou envolvido no trabalho queria ela longe dele para não a contaminar com os seus problemas. Isto provocava tristeza nela, e nele, não sei, mas talvez também provocasse o mesmo!
Ainda há 1h dei mais uma consulta, custou-me, mais uma vez, ver a amiga inundada de lágrimas e a contar toda a historia, a sequência de passos até chegar a este ponto(o normal, homem a afastar-se e a mulher a exigir uma explicação, querer saber o porquê?).
Entretanto, o término do relacionamento não é o que mais me preocupa, porque tal como lhe disse em modo de finalização da conversa("lembra-te que já foste bastante feliz sem ele, por isso e com o tempo, tudo passa!"), mas preocupa-me mais uma outra coisa que ela me disse hoje.
A intenção de, nas férias de Natal, efectuar inseminação artificial.
Sei que ela quer muito ter filhos e antes de namorar já pensava nisso, sei que ela independentemente de tudo será uma excelente mãe, sei que ela já não é propriamente uma jovem, também sei que é natural que nesta fase ela diga que "nunca mais vai querer homens perto dela" e que neste momento não vislumbre um futuro de acordo com o que dito ideal(conhecer alguém, casar e ter filhos). Eu sei disto tudo, mas ela é jovem e há coisas que podem acontecer depressa, outras mais de vagar!
Mas será que ela não se está a precipitar?
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
By Cota cá do sitio...
Mas afinal quem é a Vânia?
Ao ler o Artigo do Sol, fiquei curioso em querer saber quem é a gaja que anda a fazer furor lá pelo meu planeta! Mas depois de ver a letra de uma musica do Rui Veloso, a minha curiosidade inclinou-se mais para ouvir uma musica.
Já não conhece ninguém
Do lugar onde cresceu
Agora só anda com gente bem
E vai ao sábado à noite à boite
Espampanante e a mascar chiclete
No vigor da juventude
Como uma estrela decadente
Dos bastidores de hollywood
Do lugar onde cresceu
Agora só anda com gente bem
E vai ao sábado à noite à boite
Espampanante e a mascar chiclete
No vigor da juventude
Como uma estrela decadente
Dos bastidores de hollywood
Ps: Afinal não é só o "Rui Veloso" a cantar esta bela letra, mas também a "Ala dos Namorados", cujo titulo da canção é "A Rapariguinha do Shopping".
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
a envelhecer...
Sinto que estou a caminhar a passo largos para um homem de meia idade!
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
O cumulo dos bloqueios...
Na minha empresa bloqueiam todos os sites que consideram uma distracção para os trabalhadores.
Então hoje aconteceu o cumulo dos cúmulos dos bloqueios...
No dia em que anunciaram que tínhamos um site da empresa e o poderíamos consultar, descobriu-se que este estava bloqueado!
Então hoje aconteceu o cumulo dos cúmulos dos bloqueios...
No dia em que anunciaram que tínhamos um site da empresa e o poderíamos consultar, descobriu-se que este estava bloqueado!
Consequências...
"Hoje estavas calado e com uma cara de quem não estava ali."
Pois, mas estava, só que de uma maneira diferente daquela que estavas habituada a que eu estivesse. Sou o que sou, porque tu me fizeste assim ser, sou uma consequência daquilo que tu és para mim!
Pois, mas estava, só que de uma maneira diferente daquela que estavas habituada a que eu estivesse. Sou o que sou, porque tu me fizeste assim ser, sou uma consequência daquilo que tu és para mim!
Marcianos e Venezianas, diálogos!
Diálogos entre Marcianos e Venezianas.
Os marcianos têm o habito de oferecer soluções seguidas de mais soluções, mas eles não podem nem devem fazer isso quando as venezianas estão aborrecidas e conversam sobre seus problemas. Os marcianos não podem nem devem dizer: “Não te preocupes tanto com isso”, “isso não é assim tão importante.” “Está bem, desculpa. esquece isso agora!.” “Porque é que não fazes isso? ... ou isto?” Um bom dialogo seria:
- "Tenho tanto para fazer, nem tenho tempo para mim".
- "Hum, parece que tiveste um dia difícil".
- "Eles querem que eu mude tudo de uma hora para outra. Eu já não sei o que fazer".
- "Hmmm", pausa longa.
- "Até esqueci de ligar para a minha mãe".
- "Oh, não".
- "Ela precisa tanto de mim agora. Eu sinto-me tão mal com tudo isto".
- "Tu és um anjo. Anda aqui, eu dou-te um abraço".
Mas as veneziana também podem, sem saber, irritar os marcianos, principalmente ao oferecerem- lhe conselhos ou críticas aparentemente inofensivas. Há afirmações e questões que criam resistência e ressentimento.
“Como podes pensar em comprar aquilo? Já tens um.”, “O teu cabelo está meio comprido, não está?.”
“Há ali um lugar, vira [o carro].” “Queres passar algum tempo com os teus amigos, e eu?.”, “Não trabalhes tanto. Tira um dia de folga.” “Não coloques isso aí.”, “Deverias ligar para aquele teu amigo. Ele é pró nisso.”, “Porque estamos à espera de uma mesa? Não fizeste reserva?.” "O teu escritório está desorganizado. Como consegues pensar aqui? Quando é que limpas isto?.”, "Voltaste a esquecer a pen. Coloca-a num lugar especial onde te lembres.”, “Da próxima vez a temos de ver a pontuação do filme.”, "Eu não sabia onde estavas.” Deverias ter ligado", “Alguém bebeu directamente da garrafa da água.” “Não comas com as mãos. Estás a dar um mau exemplo.”, “Essas batatas fritas estão muito gordurosas. Não fazem bem.” “Não te estás a preocupar contigo mesmo.", "Devias ter avisado antes. Eu não posso simplesmente largar tudo e ir almoçar contigo.” “A tua camisa não combina com as tuas calças.”, “Quando é que vais retornar a chamada ao Pedro?.”,
Estas são as coisas que, na sua inocência, a veneziana fala ao marciano.
Ao longo do tempo e dentro de uma relação, estes são alguns dos motivos que levam ao fim de uma relação, ou acabam por levar marcianos e venezianos a viver uma vida de aparência e de meros formalismos.
Estas são as coisas que, na sua inocência, a veneziana fala ao marciano.
Ao longo do tempo e dentro de uma relação, estes são alguns dos motivos que levam ao fim de uma relação, ou acabam por levar marcianos e venezianos a viver uma vida de aparência e de meros formalismos.
O amor entre estes dois habitantes de planetas diferentes corre um grande risco de acabar.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Primavera, verão, outono e inverno do amor!
Um relacionamento é como um jardim, para este florescer tem de
regar-se regularmente, ter em conta as estações do ano, assim como as mudanças
de temperatura. Têm de se semear novas sementes e arrancar as ervas daninhas. E
para manter viva a magia do amor, tem de entender-se tudo isso e acalentar as
necessidades especiais do amor.
A primavera do amor
A paixão é a primavera. Sentimos e pensamos ser felizes para sempre.
Parece que não vamos amar mais ninguém como estamos naquele momento a amar aquela
pessoa. Ele é o momento da inocência. O amor parece eterno. A magia está no ar
e tudo parece perfeito e funciona sem esforço.
Ela ou ele é o par perfeito. Dançamos, cantamos e sorrimos juntos
sem esforço, em harmonia, felizes com a nossa “boa sorte”.
Fim da primavera e chegada do “verão do
amor”
Durante o verão do amor, reparamos que ela
não é assim tão perfeita como outrora pensamos, e aí temos de trabalhar o relacionamento.
Ele não é somente de outro planeta, mas um ser humano que comete erros e tem
defeitos como todo o mundo. A frustração e desapontamento aumentam, e as ervas
daninhas precisam ser arrancadas e as plantas precisam de água extra por causa do
sol tórrido dessa estação.
Já não é assim tão fácil dar e receber o amor de que precisamos.
Já não estamos assim tão felizes e até por
momentos, não recebemos nem conseguimos dar amor como no início. Perde-se a
imagem do amor.
Muitas vezes sentimo-nos desiludidos. Aí
tem de se trabalhar o relacionamento. De forma irreal pensávamos que seria
primavera o tempo todo. O mais normal é culparem-se os parceiros e desistir.
Mas o amor nem sempre é fácil; às vezes requer trabalho duro debaixo
de um sol escaldante.
No verão do amor, precisamos acalentar as necessidades do(a)
nosso(a) parceiro(a) bem como pedir e receber o amor que precisamos.
Isso não acontece automaticamente.
O outono do amor
Havendo cuidado com o jardim durante o
verão, colheremos os resultados do trabalho duro. O outono chegou. Ele é um
momento dourado rico e satisfatório. Torna-se num amor mais maduro que aceita e
compreende as imperfeições do companheiro assim como as nossas. Deverá ser
aproveitado e partilhado. Quem trabalhou no duro durante o verão, pode relaxar
e aproveitar o amor criado.
O inverno do amor
As alterações térmicas mudam de novo, é o
inverno. Durante os meses frios e infrutíferos do inverno, toda a natureza preserva-se dentro de si mesma. Descanso, reflexão e renovação.
Esse é o momento, num relacionamento, em
que experimentamos nossa própria dor não resolvida ou o nosso “eu” obscuro. Os
sentimentos dolorosos emergem. Chegou o momento para um crescimento solitário,
é quando precisamos cuidar mais de nós mesmos, temos de sentir o nosso amor e
satisfação. É o momento para o restauro.
E aí é o momento de acordo com o livro “Os homens são de Marte e as
mulheres de Vénus” é o momento em que os homens hibernam nas suas cavernas e as
mulheres mergulham no fundo dos seus poços.
Se conseguirmos amar e curar nossas doenças ao longo do
inverno escuro do amor, então a primavera inevitavelmente retorna. E de novo
somos abençoados com os sentimentos de esperança, amor e uma abundância de
possibilidades. É no inverno e graças a uma cura interna junta com uma
investigação da alma que nos tornamos mais fortes e capazes de abrir nossos
corações e sentir a novamente primavera do amor.
Conclusão de acordo com a leitura do livro,
"Homens são de Marte e mulheres de Vénus."
Pontos negativos!
Na relação de um casal, existe uma atribuição de pontos, e é atribuída ao longo do tempo do homem para a mulher e vice versa. O ideal seria que essa distribuição de pontos tendesse para o empate. Acho que já sabia disto...
Mas o que eu ainda não sabia, mas que, pensando melhor, é capaz de ser verdade;
"Quando o homem começa uma relação, e está apaixonado, ele dá uma vantagem de muitos pontos positivos à sua amada, mas depois, entra numa fase em que, ao contrario da mulher, ele também dá pontos negativos. Sendo a inversão desse gráfico muito perigoso para uma relação!"
Mas o que eu ainda não sabia, mas que, pensando melhor, é capaz de ser verdade;
"Quando o homem começa uma relação, e está apaixonado, ele dá uma vantagem de muitos pontos positivos à sua amada, mas depois, entra numa fase em que, ao contrario da mulher, ele também dá pontos negativos. Sendo a inversão desse gráfico muito perigoso para uma relação!"
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Judeus e licenciados, o que têm em comum?!
Eu já perdi o meu rico tempo, pelo menos uma vez, para escrever um comentário sobre esta senhora.
Mas ela tira-me mesmo do sério....
Eu não quero detestar os alemães, mas são eles quem elegem e escolhem para seus lideres gente desta.
Pois é, esta é que é esta e a grande verdade, a história assim nos diz, é que essa gente que considerou que havia Judeus a mais é precisamente a mesma que considera existirem Licenciados a mais...
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Antes triste que desiludido!
Crescemos a idolatrar certas personalidades, eram os nosso heróis reais da infância. As suas historias não haviam sido fantasiadas como estávamos habituados a ver nos filmes, nas bandas desenhadas e nas séries da Tv.
Nós ficamos tristes quando os vemos partir, mas acalenta-nos o facto de sua heróica história ficar escrita para sempre em belos textos, que um dia outros vão ler e recordar esses heróis dos nossos tempos!
Mas pior que o sentimento de tristeza é o sentimento de desilusão, não deve haver pior chaga que observarmos o declínio de um herói. Não é o passar de "bestial a besta", como se diz no futebol, neste caso a desilusão é muito maior.
Alguém que deu a cara por um povo, sacrificou-se por uma causa, arriscou a vida porque acreditava que podia realizar o sonho de um povo; e hoje vemos que, o nosso herói parece sonhar de uma forma diferente...

Se o que está a acontecer estiver de acordo com o que estou a pensar, sinceramente não o posso condenar, mas o sentimento de desilusão é enorme. Se ele não fosse um dos meus heróis da infância, simplesmente diria que fez igual ao mais comum dos seres humanos(tudo pelo dinheiro, luxo e qualidade de vida), o "maldito" dinheiro compra tudo!
Mas porque razão os revolucionários têm de ser poder? Não lhes chega fazer a revolução e ganhar a causa!? Deixem isso entregue aos "criativos"...
"Não estraguem mais heróis, por favor!"
Nós ficamos tristes quando os vemos partir, mas acalenta-nos o facto de sua heróica história ficar escrita para sempre em belos textos, que um dia outros vão ler e recordar esses heróis dos nossos tempos!
Mas pior que o sentimento de tristeza é o sentimento de desilusão, não deve haver pior chaga que observarmos o declínio de um herói. Não é o passar de "bestial a besta", como se diz no futebol, neste caso a desilusão é muito maior.
Alguém que deu a cara por um povo, sacrificou-se por uma causa, arriscou a vida porque acreditava que podia realizar o sonho de um povo; e hoje vemos que, o nosso herói parece sonhar de uma forma diferente...
Se o que está a acontecer estiver de acordo com o que estou a pensar, sinceramente não o posso condenar, mas o sentimento de desilusão é enorme. Se ele não fosse um dos meus heróis da infância, simplesmente diria que fez igual ao mais comum dos seres humanos(tudo pelo dinheiro, luxo e qualidade de vida), o "maldito" dinheiro compra tudo!
Mas porque razão os revolucionários têm de ser poder? Não lhes chega fazer a revolução e ganhar a causa!? Deixem isso entregue aos "criativos"...
"Não estraguem mais heróis, por favor!"
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
o pensamento do dia...
- Tá bem... Um dia "eu vou voltar"!
...
Desencontrada na escuridão da noite,
Bloqueado com o clarear do dia,
Recolho-me à minha caverna,
para um dia regressar!
O Amarelo do Sol!
Longe vão os tempos em que durante um ano vivia quatro estações; primavera, verão, outono e inverno.
Nasci no mês do desabrochar das flores, dos campos verdejantes e do chilrear, acasalamento e desaninhar dos passarinhos. Era a mais linda das estações do ano, a Primavera.
Com a chegada do outono, as folhas secavam, amarelavam e caiam das árvores. Os miúdos metiam a mochila ás costas e partiam para o inicio de mais um novo ano lectivo. Era a festa das vindimas, e a seguir a das castanhas. A caloirada identificava-se ao longe, a animação das praxes estava de volta!
Havia ainda mais duas grandes épocas anuais, elas são estações opostas; a do frio e a do calor, a do casaco e a da t shirt, a da neve e gelo, e a da praia e das festas populares. Se uma tinha o calor da ternura familiar em torno da fogueira de Natal, a outra tinha o retorno dos emigrantes à sua terra para aí reencontrarem os seus entes queridos e juntos comemorarem as festividades da região.
Pois é! Longe vai o tempo em que vivia o intercalar destes momentos. Só quando deixamos de os viver é que lhe damos o real valor(onde já ouvi isto!). E como nos sentimos livres ao observar a riqueza que a nossa mãe, a natureza, nos dá!
Há algum tempo, prometi para mim mesmo que, passaria a apreciar os detalhes das boas vibrações do dia a dia, que esta vida me proporciona.
"Hoje depois de acordar quando estava a sair de casa reparei que estava sol, um sol quente e tórrido, não foi daqueles dias em que senti estar dentro de uma estufa sem plástico, mas senti que estava um dia bonito digno de registar. "
Aqui não são quatro as estações do ano, mas somente duas; a época das chuvas, sol e calor, e a época das nuvens e da não chuva e de algo que ás vezes lhe poderemos chamar de frio. Finalmente "penso eu" acabou a época em que as nuvens permanecem no céu durante semanas e a não permitem, depois de acordar, sair à rua e observar o amarelo, do lindo sol, que eu tanto gosto!
Como diz o Marco Polo no livro "a saga de um pensador","as coisas mais importantes da vida são simples e fáceis de adquirir." e que "as grandes ideias surgem da observação dos pequenos detalhes", não há que ter medo de "abraçar as árvores", "contemplar a natureza", fazer poesia ou dizer o quanto "ama-mos quem ama-mos". Nesta vida exigimos de mais, quando o que deveríamos fazer "é dar o melhor de nós ao outro sem esperar retorno".
Nasci no mês do desabrochar das flores, dos campos verdejantes e do chilrear, acasalamento e desaninhar dos passarinhos. Era a mais linda das estações do ano, a Primavera.
Com a chegada do outono, as folhas secavam, amarelavam e caiam das árvores. Os miúdos metiam a mochila ás costas e partiam para o inicio de mais um novo ano lectivo. Era a festa das vindimas, e a seguir a das castanhas. A caloirada identificava-se ao longe, a animação das praxes estava de volta!
Havia ainda mais duas grandes épocas anuais, elas são estações opostas; a do frio e a do calor, a do casaco e a da t shirt, a da neve e gelo, e a da praia e das festas populares. Se uma tinha o calor da ternura familiar em torno da fogueira de Natal, a outra tinha o retorno dos emigrantes à sua terra para aí reencontrarem os seus entes queridos e juntos comemorarem as festividades da região.
Pois é! Longe vai o tempo em que vivia o intercalar destes momentos. Só quando deixamos de os viver é que lhe damos o real valor(onde já ouvi isto!). E como nos sentimos livres ao observar a riqueza que a nossa mãe, a natureza, nos dá!
Há algum tempo, prometi para mim mesmo que, passaria a apreciar os detalhes das boas vibrações do dia a dia, que esta vida me proporciona.
"Hoje depois de acordar quando estava a sair de casa reparei que estava sol, um sol quente e tórrido, não foi daqueles dias em que senti estar dentro de uma estufa sem plástico, mas senti que estava um dia bonito digno de registar. "
Aqui não são quatro as estações do ano, mas somente duas; a época das chuvas, sol e calor, e a época das nuvens e da não chuva e de algo que ás vezes lhe poderemos chamar de frio. Finalmente "penso eu" acabou a época em que as nuvens permanecem no céu durante semanas e a não permitem, depois de acordar, sair à rua e observar o amarelo, do lindo sol, que eu tanto gosto!
Como diz o Marco Polo no livro "a saga de um pensador","as coisas mais importantes da vida são simples e fáceis de adquirir." e que "as grandes ideias surgem da observação dos pequenos detalhes", não há que ter medo de "abraçar as árvores", "contemplar a natureza", fazer poesia ou dizer o quanto "ama-mos quem ama-mos". Nesta vida exigimos de mais, quando o que deveríamos fazer "é dar o melhor de nós ao outro sem esperar retorno".
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