Subestima-me,
Subestima o meu silêncio,
como se de uma fraqueza se tratasse...
Subestima quem eu sou,
sem perder um minuto a conhecer-me intimamente.
Subestima minhas certezas parciais,
porque duvida do meu conhecimento.
Subestima meu presente,
por julgar meu passado e não acreditar no meu futuro.
Subestima tudo o que sou,
pois não consegue ver que eu sou bem mais do que o que pensa sobre mim.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
terça-feira, 29 de julho de 2014
O meu amigo e companheiro diário
Depois de ter falado de uma estranha sensação de ilusão...
Hoje estou ainda mais aterrorizado com o facebook!
Não sei se é porque estou a necessitar MUITO de férias, mas este meu amigo e companheiro diário chamado Facebook está a irritar-me profundamente... Por todo o lado os meus olhos perseguem futilidades, assim como deparam-se com mais e mais comentários fúteis em fotos e publicações!
Onde andam aquelas musiquinhas que eu ouvia, porque me eram desconhecidas, mas da pessoa que estava a publicar eu tinha a certeza que era um bom som? O que fizeram daqueles textos belos, que eu me derretia a ler? Ora eram elogios a alguém! Ora uma critica à sociedade!
Onde param as piadas inteligentes que eram lançadas para os morais das pessoas, onde os visados não as conseguiam perceber? Onde? Onde?
É que nos últimos tempos só surgem fotos, algumas delas de péssima qualidade de imagem, onde os únicos comentários que por lá vejo são:
-"linda", "Gato", "muito chic", acompanhados por meia dúzia de smiles e corações como comentários, que não dizem nada de nada!
E as partilhas, agora partilha-se tudo e mais alguma coisa. Antigamente as pessoas não liam mas escreviam frases celebres de grandes escritores e pensadores da vida. Hoje partilham-se fotos com textos, onde na maior parte desses retratos aparece um fundo, um conjunto de cores que em nada se identificam com o sentido da frase ou pensamento!
Mas o que me mete mais nojo, são as partilhas onde surgem retratos de deficientes, doentes, drogados, pessoas e crianças debilitadas!
Por favor, eu detestava ver fotografias de cães e gatos, mas neste momento digo:
-Bixaninhos, fofinhos, poxozinhos, voltem que estão perdoados, eu adoro-vos!
Hoje estou ainda mais aterrorizado com o facebook!
Não sei se é porque estou a necessitar MUITO de férias, mas este meu amigo e companheiro diário chamado Facebook está a irritar-me profundamente... Por todo o lado os meus olhos perseguem futilidades, assim como deparam-se com mais e mais comentários fúteis em fotos e publicações!
Onde andam aquelas musiquinhas que eu ouvia, porque me eram desconhecidas, mas da pessoa que estava a publicar eu tinha a certeza que era um bom som? O que fizeram daqueles textos belos, que eu me derretia a ler? Ora eram elogios a alguém! Ora uma critica à sociedade!
Onde param as piadas inteligentes que eram lançadas para os morais das pessoas, onde os visados não as conseguiam perceber? Onde? Onde?
É que nos últimos tempos só surgem fotos, algumas delas de péssima qualidade de imagem, onde os únicos comentários que por lá vejo são:
-"linda", "Gato", "muito chic", acompanhados por meia dúzia de smiles e corações como comentários, que não dizem nada de nada!
E as partilhas, agora partilha-se tudo e mais alguma coisa. Antigamente as pessoas não liam mas escreviam frases celebres de grandes escritores e pensadores da vida. Hoje partilham-se fotos com textos, onde na maior parte desses retratos aparece um fundo, um conjunto de cores que em nada se identificam com o sentido da frase ou pensamento!
Mas o que me mete mais nojo, são as partilhas onde surgem retratos de deficientes, doentes, drogados, pessoas e crianças debilitadas!
Por favor, eu detestava ver fotografias de cães e gatos, mas neste momento digo:
-Bixaninhos, fofinhos, poxozinhos, voltem que estão perdoados, eu adoro-vos!
Café à americana!
Estou com uma mania americana!
Nos últimos tempos deixei de tomar aquele mini café... Sim aquele que às vezes com medo que adicionem uns centilitros a mais, costumamos reforçar o pedido dizendo "café curto, se faz favor". Agora bebo logo de manhã um balde de café com quase meio litro.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
V.I.P - Serviços de Aconselhamento e Apoio
Estás com problemas laborais ou sentimentais? Necessitas de um ombro amigo?
Não te acanhes, liga!
Convida-me para almoçar, jantar ou ir ao cinema...
V.I.P está disponível 24 horas por dia!
Ps1: Não me estou a queixar amigos, estarei sempre disponível para vocês, mas liguem um de cada vez, ou marquem com antecedência!
Ps2: Senhoras com namorados ciumentos, por favor, não me arranjem problemas...
Uma estranha sensação de Ilusão...
Hoje, quando acordei dei conta que não tinha a carteira! Isto é mau, muito mau... Mas estou optimista quanto ao seu reaparecimento, deve estar em algum lado...
Cheguei ao trabalho, liguei o pc, verifiquei o meu email, pensei mais 2 ou 3 vezes, que daqui por duas semanas estou de férias no meu rectângulo, poder rever gente bonita e com a sanidade mental intacta. Aqui eu já não acredito que haja alguém que ainda tenha o cérebro a funcionar com um nivel de loucura abaixo 50 %.
Entretanto liguei o faceboock, percorri o feed noticias durante 15 minutos, observei com especial atenção algumas historias e fotos de conhecidos, amigos e até algumas em que também sou protagonista e chego à seguinte conclusão.
O Facebook provoca-me "uma estranha sensação de ilusão"!
sexta-feira, 25 de julho de 2014
O México ganhou o Mundial!
Enganam-se aqueles que pensam que no mundial só participaram homens, saudáveis e na flor da idade. Rapazes com corpos que deixam as mulheres todas derretidas, principalmente quando olham para os seus homens sentados no sofá, a usar a barriga como suporte para os tremoços e para a cerveja que emborcam ao mesmo tempo que observam atentamente a TV, onde correm 11 marmanjos de um lado e outros 11 do outro atrás de uma bola, cujo objectivo é inseri-la na baliza do adversário.
Enganam-se... Olhem só para a beleza deste mundial...














Enganam-se... Olhem só para a beleza deste mundial...
E há cada uma!!!
Depois da peripécia relatada no post anterior, finalmente tive oportunidade para enfrentar a minha colega de trabalho e questiona-la sobre a atitude do seu namorado.
Eram 20h e estava mais um dia laboral concluído. Preparava-me para abandonar o meu local de trabalho. Chamei o elevador! Enquanto aguardava pela sua chegada, a minha colega de trabalho junta-se a mim para embarcarmos juntos nesse meio de transporte que nos levaria até ao rés do chão do prédio.
Durante esse tempo de espera decidi aborda-la relativamente a este assunto que me vinha atazanando há alguns dias:
- Será que posso descer no elevador contigo?! Questionei eu em tom irónico.
- Porque não havias de poder... Respondeu ela um pouco desconfiada.
Era o momento certo para a questionar sobre a atitude do namorado.
- Precisava de falar contigo sobre o teu namorado! Disse eu, com o ar mais sério possível, aplicando as palavras que quando usadas no inicio de uma conversa, geram sempre uma atenção redobrada de mistério por parte do ouvinte"precisava de falar contigo".
- Sim! Respondeu ela com uma naturalidade, surpreendente.
- No sábado o teu namorado veio falar comigo num tom intimidador... Por causa de eu fumar muitos cigarros contigo.
- Hoooo, não ligues, ele é assim..
Ainda não tinha detalhado o que ele me tinha dito, mas já estava mais uma vez surpreendido e estupefacto com o encaminhar da conversa!
- Ele na sexta pegou no meu telemóvel e viu as minhas conversas. No sábado disse-me que falou contigo, e que tu ainda reafirmas-te que mandas-te duas ou três mensagens a convidar-me para irmos fumar um cigarro... Mas não ligues ele é assim!
Ao ouvir estas palavras fiquei ainda mais estupefacto, completamente sem reacção, não sabia o que pensar ou dizer. Ainda por cima ela disse isto com um ar sorridente, como se de uma atitude normal se tratasse...
No meio disto tudo e da confusão que ia na minha cabeça, não me consegui controlar a 100% e soltei baixinho as seguintes palavras que a minha mente já estava a pensar desde sábado;
-Ele não bate nada bem da cabeça!
E ela ignorando(ou não) o que eu tinha acabado de dizer, ainda acrescenta o seguinte;
- Olha, quando ele não estiver por perto podemos conversar, fumar e muitas outras coisas mais... Mas quando ele estiver perto o melhor é mesmo afastares-te e "desamparares a loja" para longe!

Moral da história: Não sei!
Eram 20h e estava mais um dia laboral concluído. Preparava-me para abandonar o meu local de trabalho. Chamei o elevador! Enquanto aguardava pela sua chegada, a minha colega de trabalho junta-se a mim para embarcarmos juntos nesse meio de transporte que nos levaria até ao rés do chão do prédio.
Durante esse tempo de espera decidi aborda-la relativamente a este assunto que me vinha atazanando há alguns dias:
- Será que posso descer no elevador contigo?! Questionei eu em tom irónico.
- Porque não havias de poder... Respondeu ela um pouco desconfiada.
Era o momento certo para a questionar sobre a atitude do namorado.
- Precisava de falar contigo sobre o teu namorado! Disse eu, com o ar mais sério possível, aplicando as palavras que quando usadas no inicio de uma conversa, geram sempre uma atenção redobrada de mistério por parte do ouvinte"precisava de falar contigo".
- Sim! Respondeu ela com uma naturalidade, surpreendente.
- No sábado o teu namorado veio falar comigo num tom intimidador... Por causa de eu fumar muitos cigarros contigo.
- Hoooo, não ligues, ele é assim..
Ainda não tinha detalhado o que ele me tinha dito, mas já estava mais uma vez surpreendido e estupefacto com o encaminhar da conversa!
- Ele na sexta pegou no meu telemóvel e viu as minhas conversas. No sábado disse-me que falou contigo, e que tu ainda reafirmas-te que mandas-te duas ou três mensagens a convidar-me para irmos fumar um cigarro... Mas não ligues ele é assim!
Ao ouvir estas palavras fiquei ainda mais estupefacto, completamente sem reacção, não sabia o que pensar ou dizer. Ainda por cima ela disse isto com um ar sorridente, como se de uma atitude normal se tratasse...
No meio disto tudo e da confusão que ia na minha cabeça, não me consegui controlar a 100% e soltei baixinho as seguintes palavras que a minha mente já estava a pensar desde sábado;
-Ele não bate nada bem da cabeça!
E ela ignorando(ou não) o que eu tinha acabado de dizer, ainda acrescenta o seguinte;
- Olha, quando ele não estiver por perto podemos conversar, fumar e muitas outras coisas mais... Mas quando ele estiver perto o melhor é mesmo afastares-te e "desamparares a loja" para longe!
Moral da história: Não sei!
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Ele há cada personagem...
Era mais um sábado em que eu e o meu colega de casa resolvemos ir às compras para abastecer o frigorífico e a arca. Fomos a um hipermercado que tem uns preços em conta, e próximo de onde moramos.
Chegamos ao supermercado e começamos a colocar no carrinho os produtos que faziam falta para a nossa alimentação... Até aqui tudo normal, era um dia de compras normal, para reposição do stock alimentar lá de casa...
Entretanto durante esse processo de aquisição de produtos alimentares deparo-me ao longe com um conhecido meu, conhecido este que há bem pouco tempo era casado, mas agora é divorciado e namora com uma colega da minha empresa.
Bem, esta historia do divorcio e do agora namoro com a minha colega de escritório dava uma crónica digna de Revista Maria, mas não é sobre isso que eu pretendo falar!
Voltando ao hipermercado... Eu avistei esse meu conhecido, e como bem educado que sou, dirigi-me a ele para o cumprimentar. Ele fez o mesmo. Demos um aperto de mão e começamos a dialogar:
-Estás bom? Questionei.
-Tudo bem! Respondeu ele.
Entretanto após uns segundos...Quando chega aquele momento em que não há mais nada para dizer pois o cumprimento está feito, mas que parece mal virar costas sem dizer mais nada, eis que são debitadas mais umas palavras por parte desse tipo;
-Tu se estivesses no meu lugar, gostavas que fizessem à tua namorada o que andas a fazer à minha?
- Hã... O quê! Eu estava perplexo, a minha mente estava às voltas, questionava-me a mim próprio;
"- Que será que eu fiz?" Pensava eu com os meus botões!"
"- Será que contei a história deles a alguém a quem não devia(podia)..."
Então, resolvi questionar o individuo que estava olhando para mim com um olhar ameaçador;
- Não te estou a entender. Estás a falar do quê?
- Não gosto que mandes mensagens no Skype à minha namorada! Disse ele a tentar intimidar-me.
Mais uma vez, fiquei perplexo a pensar;
"- Que raio de mensagem eu mandei para ele me vir com esta conversa?"
Fiz uma cara de surpreendido e esperando que especificasse melhor:
- Não gosto que convides a minha namorada para fumar. Eu vi o Skype dela, ela mostrou-me! E tinha várias mensagens tuas a convida-la para fumar. E tinha uma outra que eu não admito, onde dizes, para ela parar de mexer no cabelo e ir mas é fumar um cigarro contigo!
Virei-lhe as costas e continuei as minhas compras, mas neste momento aguardo uma oportunidade para questionar a minha colega de trabalho sobre este assunto!
Ps: Já pensei em convida-la para fumarmos um cigarro juntos, mas acho melhor não! Vou esperar que nos encontremos lá em baixo onde os fumadores se encontram!
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Decepção => Soro fisiológico
"Quem duvida que seja possível voltar a amar depois de uma decepção precisa saber que não só isso é, sim, possível, como também é possível passar a amar mais solidamente a mesma pessoa que causou a decepção.
Acredite: uma das ocorrências mais importantes da experiência de decepcionar-se com alguém é que, justamente em razão disso, passamos a conhecer melhor esse alguém. O conhecimento é um fruto benéfico da decepção. Assim como o auto-conhecimento. O desapontamento indica que talvez houvesse uma ilusória expectativa, uma percepção falha da realidade do outro, um entusiasmo pelo amor sentido, sem uma visão clara do destinatário dele. A decepção retira o iludido da cegueira em que se encontrava, pinga um colírio em seus olhos. É uma experiência de “desvirginamento” da consciência. Demovida de sua ingenuidade, a pessoa passa a ter os pés mais bem assentados no chão. A vivência assusta, fere, causa dor. Mas também deixa a vítima mais centrada.
A rigor, não se pode amar alguém que não se conheça por inteiro. Em circunstâncias assim delineadas, na melhor das hipóteses ama-se o amar. Quando a decepção acontece, surge a pergunta: “Onde estavam meus olhos, que não viam o óbvio?” Eis uma boa rota de reflexão. É possível que os “olhos” estivessem voltados para dentro, não se ocupando adequadamente com o fator externo. Há quem diga: “Mas ele (ou ela) realmente expressava coisas do meu agrado. Como pode ter virado do avesso?” Pois é! Algumas pessoas se apresentam de forma especial, ou dizem sempre o que sabem que será bem recebido, deixando a sinceridade de lado, com o simples propósito de conquistar. Sedução é um dos nomes que recebe esse expediente. Mas é possível diferenciar quando se está diante de algo confiável ou de um engodo. Uma dica: o “especial” da sedução não convence; é possível identificar a falsidade através dos sentimentos (a pessoa simplesmente estranha: “Ele me traz flores, mas isso me parece tão protocolar e impessoal!”). É possível também perceber a incongruência entre as coisas que uma pessoa diz e as que faz (como quando ela afirma que está aberta para ouvi-lo, mas tem os braços cruzados sobre o peito ao dizê-lo, num claro indício de distanciamento).
Mesmo em situações assim, porém, a partir do momento em que uma decepção é vivida com discernimento e maturidade, abre-se a possibilidade de o amor se estabelecer em bases mais confiáveis. Passa-se a olhar para o outro como quem o vê pela primeira vez. Àqueles que pensam ser impossível conviver com os aspectos ruins da pessoa descortinados por uma decepção eu repito: só se pode dizer que se ama verdadeiramente quando se ama a pessoa inteira. Isso inclui não só a luz, mas também a sombra. Basta que se pondere sobre a recíproca: quem se sentiria amado de verdade, se não fosse aceito em seus defeitos, dificuldades, deficiências, insuficiências e dores?
Existem situações, admito, em que se descobre ser impossível o convívio com as diferenças, em razão de serem inassimiláveis. Acontece. Agora, que a vivência de se decepcionar deixa a pessoa mais bem equipada para viver o mesmo ou outros relacionamentos — com pessoas inteiras como ela, feitas de sombra e luz —, isso deixa.
Decepção é como o colírio: deixa os olhos mais limpos para ver o outro.
terça-feira, 15 de julho de 2014
20 mandamentos, 20 sacrifícios!
São estes os 20 mandamentos do psicólogo norte-americano William Lareau sobre relacionamentos com chefes estúpidos, parvos, arrogantes e ignorantes;
1 - Ter o mínimo contacto possível com o chefe.
2 - Fazer o trabalho bem feito, mas ficar longe dele (do chefe) o máximo possível.
3 - Quando se dirigir a ti, tente não mostrar reacções intensas, embaraços e surpresas.
4 - Não levantar problemas e não o interromper quando ele estiver a falar.
5 - Demonstrar estar impressionado com a carga de trabalho do chefe.
6 - Não deixar que haja relacionamentos pessoais de amizade com o ele.
7 - Olhar para ele como um tipo estranho, perigoso e imprevisível.
8 - Deixa-lo pensar que o trabalho dele é o mais importante dentro da empresa.
9 - Agradecer com regularidade o apoio dele.
10 - Nunca discutir com o chefe sobre qualquer coisa, porque tu já sabes que não vais ganhar nunca.
11 - Nunca tentes defender-te quando o chefe estiver a criticar-te.
12 - Nunca dizer nada negativo sobre qualquer coisa ao chefe.
13 - Termina primeiro o que o chefe pediu, e depois volta à tua rotina.
14 - Nunca apresentar ao chefe uma oportunidade inequívoca de ele dizer sim ou não.
15 - Dizer que o projecto foi preparado, de acordo com as orientações dele e que o vais apenas enviar para que o reveja e assine. (é meio caminho para a aprovação)
16 - Quando o chefe elogiar o trabalho que fizeste, é importante dividir com ele a glória.
17 - Não reclamar nunca, dos eus subordinados e colegas de trabalho para o chefe.
18 - Nunca dar palpites. Espera sempre que a opinião seja solicitada.
19 - Não te abras com o chefe, nem sejas ingénuo com ele. O chefe pode pedir: "Olha, gostaria que dissesses sinceramente o que achas da maneira que estou a gerir a empresa". Responde só: "Ah! Acho que o senhor está a fazer o melhor que pode com os recursos que tem..."
20 - Examina a tua situação. Se entenderes que vale a pena engolir um pouco de desconforto para manter o emprego... e lembra-te que trabalhas mais de 40 horas por semana, mas estás a ganhar super bem... e ainda tens os amigos para conviver e falar mal do teu chefe! Muitos queriam estar no teu lugar...


Ou assim...


1 - Ter o mínimo contacto possível com o chefe.
2 - Fazer o trabalho bem feito, mas ficar longe dele (do chefe) o máximo possível.
3 - Quando se dirigir a ti, tente não mostrar reacções intensas, embaraços e surpresas.
4 - Não levantar problemas e não o interromper quando ele estiver a falar.
5 - Demonstrar estar impressionado com a carga de trabalho do chefe.
6 - Não deixar que haja relacionamentos pessoais de amizade com o ele.
7 - Olhar para ele como um tipo estranho, perigoso e imprevisível.
8 - Deixa-lo pensar que o trabalho dele é o mais importante dentro da empresa.
9 - Agradecer com regularidade o apoio dele.
10 - Nunca discutir com o chefe sobre qualquer coisa, porque tu já sabes que não vais ganhar nunca.
11 - Nunca tentes defender-te quando o chefe estiver a criticar-te.
12 - Nunca dizer nada negativo sobre qualquer coisa ao chefe.
13 - Termina primeiro o que o chefe pediu, e depois volta à tua rotina.
14 - Nunca apresentar ao chefe uma oportunidade inequívoca de ele dizer sim ou não.
15 - Dizer que o projecto foi preparado, de acordo com as orientações dele e que o vais apenas enviar para que o reveja e assine. (é meio caminho para a aprovação)
16 - Quando o chefe elogiar o trabalho que fizeste, é importante dividir com ele a glória.
17 - Não reclamar nunca, dos eus subordinados e colegas de trabalho para o chefe.
18 - Nunca dar palpites. Espera sempre que a opinião seja solicitada.
19 - Não te abras com o chefe, nem sejas ingénuo com ele. O chefe pode pedir: "Olha, gostaria que dissesses sinceramente o que achas da maneira que estou a gerir a empresa". Responde só: "Ah! Acho que o senhor está a fazer o melhor que pode com os recursos que tem..."
20 - Examina a tua situação. Se entenderes que vale a pena engolir um pouco de desconforto para manter o emprego... e lembra-te que trabalhas mais de 40 horas por semana, mas estás a ganhar super bem... e ainda tens os amigos para conviver e falar mal do teu chefe! Muitos queriam estar no teu lugar...
Assim...
Ou assim...
sexta-feira, 11 de julho de 2014
O bem continua a vencer o mal!
São muitas as vezes em que estou aqui, e tu sem pedires qualquer licença invades-me o pensamento... Mas também existem momentos que penso em ti de uma forma propositada. Quando estou ansioso com alguma coisa, acabo por te procurar no meu baú de memorias e momentos bons do passado e transporto-te com a maior das tranquilidades para o meu pensamento presente... É como se eu fosse por um bocadinho viver para o passado, e quando volto ao presente os problemas que me levaram a pensar em ti já tivessem ido embora. Nesta luta entre o bem e o mal, o bem continua a vencer!
Será que és o "super herói" dos meus pensamentos!??
Será que és o "super herói" dos meus pensamentos!??
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Uma história transmontana!
O Laurentino tem
a mania que é um Cibo Guicho, mas não passa de um Birolho que está sempre a
tirar Carranhas do nariz.
Uma vez,
aquele Gandulo, foi buscar o burro mais Engranhado que tinha, colocou-lhe a
albarda, pegou num Manhuço de Bilhós e Emplouricou-se em cima do burro e começou a Larpar. Nem um Furgalho sobrou.
Mais à frente
deparou-se com a Chaldraria que estava a acontecer no largo lá da terra. Desceu
do burro e Amarrou-se atrás de um seixo que lá havia para observar aquele Refustedo sem que ninguém o visse.
Era o Bardino
do Rascas que estava a dar uma Sarunda na prima, a filha Zorra da Ladreira lá
da terra. O Lapouço Arrebunhou as bentas da moça toda, isto
tudo estava a acontecer porque ela andou toda Arreguichada a passear no domingo
à tarde com um rapaz que tinha a roupa cheia de surro.
terça-feira, 8 de julho de 2014
Sou tão diferente!
Ontem estava com um grupo de amigos em minha casa. Os nossos laços eram de momentos distantes vividos juntos.
Então para apimentar aquele momento resolvi ligar o pc e passar umas fotografias antigas onde apareciamos todos!
Eram tempos que já não recordava, momentos vividos, que soube tão bem de relembrar...
As fotografias foram aparecendo no monitor, e começamos a observar pormenores que nunca antes tínhamos reparado.
Ficámos estupefactos com as roupas que vestíamos na época. Os nossos visuais eram tão diferentes. E as nossas poses tão estranhas... mas o pior de tudo era a nossa nomenclatura física, tão diferente!
Se é verdade que, no meu caso, ao ver aquelas fotos eu sentia falta daquela alegria de viver, também não deixa que ser bem verdade que não me identificava em quase nada com o aspecto que tinha na época...
Então mais estranho me senti quando os meus amigos soltavam uma gargalhada a cada foto minha que ia aparecendo, mas animava-me quando surgiam outros amigos em comum nas fotografias e saiam os seguintes comentários;
-Olha o Bruno, ainda era tão magrinho!
- ... e o Rodrigo, que miúdo!
- Xiiii... A Joana era tão linda!
Não resisti a fazer um comentário estúpido;
-Porra... Este pessoal agora tem todo tão mau aspecto!
De repente olharam para mim e disseram em conjunto;
-Realmente... Tu foste o único que em vez de piorar, melhoraste com o tempo!
Ps: Realmente, eu era gordinho, guedelhudo e olhando bem para aquelas fotografias, andava super mal vestido!
Então para apimentar aquele momento resolvi ligar o pc e passar umas fotografias antigas onde apareciamos todos!
Eram tempos que já não recordava, momentos vividos, que soube tão bem de relembrar...
As fotografias foram aparecendo no monitor, e começamos a observar pormenores que nunca antes tínhamos reparado.
Ficámos estupefactos com as roupas que vestíamos na época. Os nossos visuais eram tão diferentes. E as nossas poses tão estranhas... mas o pior de tudo era a nossa nomenclatura física, tão diferente!
Se é verdade que, no meu caso, ao ver aquelas fotos eu sentia falta daquela alegria de viver, também não deixa que ser bem verdade que não me identificava em quase nada com o aspecto que tinha na época...
Então mais estranho me senti quando os meus amigos soltavam uma gargalhada a cada foto minha que ia aparecendo, mas animava-me quando surgiam outros amigos em comum nas fotografias e saiam os seguintes comentários;
-Olha o Bruno, ainda era tão magrinho!
- ... e o Rodrigo, que miúdo!
- Xiiii... A Joana era tão linda!
Não resisti a fazer um comentário estúpido;
-Porra... Este pessoal agora tem todo tão mau aspecto!
De repente olharam para mim e disseram em conjunto;
-Realmente... Tu foste o único que em vez de piorar, melhoraste com o tempo!
Ps: Realmente, eu era gordinho, guedelhudo e olhando bem para aquelas fotografias, andava super mal vestido!
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Sim, este é o melhor de Fernando Pessoa!
Presságio
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar pra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar pra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente…
Cala: parece esquecer…
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente…
Cala: parece esquecer…
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar…
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar…
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