quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Inteligência Emocional, Excertos do livro de Daniel Goleman

Enquanto li o livro “inteligência emocional”, retirei alguns excertos que achei serem importantes para um dia mais tarde recordar.
Voltarei a ler este livro quando estiver a educar o meu filho (sim, um dia vou ter um, só me falta começar o planear com a mãe).

Preocupação excessiva
Os preocupados precisam de contestar activamente os pensamentos preocupantes; sem isso, a espiral de preocupação continuará voltando...
Assumir uma posição crítica em relação às suas suposições: é muito provável que o fato temido ocorra? Trata-se, necessariamente, de haver apenas uma ou nenhuma alternativa para que aconteça? Há medidas construtivas a tomar? Adianta, mesmo, percorrer esses mesmos pensamentos ansiosos sem parar?
Com prática, as pessoas identificam as preocupações num ponto cada vez mais perto do início da espiral de ansiedade.

A depressão é um estado de baixo estímulo, e a ginástica põe o corpo em alta estimulação. Técnicas de relaxamento que põem o corpo num estado de baixa estimulação, funcionam bem para a ansiedade um estado de alta estimulação, mas não tão bem para a depressão. Levantar o ânimo, informa Diane, é armar um pequeno triunfo ou sucesso fácil.


A capacidade de negar um impulso a serviço de uma meta, seja montar uma empresa, solucionar uma equação algébrica ou disputar um campeonato. As constatações dele acentuam o papel da inteligência emocional como uma capacidade de atingir metas, determinando como as pessoas podem empregar bem ou mal suas outras capacidades mentais.

Educar

Os custos emocionais para a vida inteira da falta de sintonização na infância podem ser grandes e não só para uma criança. O arrasto emocional é o coração da influência.

Incompetência Social  
Falar directamente com os outros quando estes Ihe falassem; iniciar um contacto social, não esperando sempre pelos outros; a alimentar uma conversa, e não ficar simplesmente nos sins e nãos ou outras respostas de uma só palavra; a manifestar gratidão aos outros, dar preferência a outra pessoa quando passando por uma porta; esperar até que alguém fosse servido de alguma coisa... Agradecer aos outros, dizer por favor", partilhar e todas as outras interacções elementares que começamos a ensinar às crianças a partir dos dois anos.

Optimismo
Os dois pecados capitais que quase sempre levam à rejeição são tentar tomar a dianteira cedo demais e não entrar em sincronia com o quadro de referência.


A educar.... meninos e meninas
As meninas tornam-se mais capazes que os meninos de ardilosas tácticas agressivas como o ostracismo, a fofoca maldosa e as vinganças indirectas. Os meninos, em geral, simplesmente continuam briguentos quando zangados, ignorando outras estratégias mais disfarçadas Essa é apenas uma das muitas formas como os meninos - e, depois, homens - são menos sofisticados que o sexo oposto nos atalhos da vida emocional.
- quando as mães falam com as filhas sobre sentimentos, discutem com mais detalhes o próprio estado emocional do que fazem com os filhos

Uma inundação de pensamentos tóxicos, uma desagradável onda de medo e ira que parece inevitável e, subjectivamente, dura "uma eternidade" para passar
 Ponto pleno sequestro, as emoções da pessoa são tão intensas, sua perspectiva tão estreita e seus pensamentos tão confusos, que não há esperança de adoptar o ponto de vista do outro ou resolver o assunto de uma maneira nacional.
Importante dominar a capacidade de recuperar-se rápido da inundação causada por um sequestro emocional.

Liderança não é dominação, mas a arte de convencer as pessoas a trabalhar para um objectivo comum. Poder externar queixas como críticas construtivas, criar uma atmosfera em que a diversidade seja mais uma coisa valorizada que uma fonte de atrito e o trabalho em rede efectivo.
A Pior Maneira de Motivar Alguém - "Estás a foder tudo” - feita num tom duro, sarcástico, irado, não dando nem possibilidade de resposta nem qualquer sugestão de como fazer melhor. Deixa a pessoa que a recebe impotente e irada
A Crítica Habilidosa - "O principal problema nesta etapa é que seu plano vai demorar muito e com isso elevar os custos. Eu gostaria que você pensasse mais em sua proposta, para ver se descobre uma maneira de fazer mais rápido o mesmo serviço." Concentre-se nos detalhes, dizendo o que a pessoa fez bem, o que fez mal, e como isso pode mudar. Não faça rodeios, nem seja indirecto nem evasivo; isso confundirá a verdadeira mensagem.
Tenho de mudar: aconselhar pessoas a verem a crítica como uma oportunidade de trabalhar junto com o crítico para resolver o problema, não como uma situação de adversários.

Os preconceitos são uma espécie de aprendizado emocional que ocorre cedo na vida, tornando essas reacções especialmente difíceis de erradicar, mesmo em pessoas que, adultas, acham errado tê-las. O simples ato de chamar o preconceito de preconceito ou protestar contra ele na hora estabelece uma atmosfera social que o não estimula; não dizer nada só serve para contestá-lo.
 Uma olhada mais detalhada aos dados das emoções específicas, sobretudo as três grandes: ira, ansiedade e depressão torna mais claras algumas formas específicas em que os sentimentos têm importância médica, mesmo que os mecanismos biológicos pelos quais essas emoções exercem seus efeitos ainda não estejam plenamente entendidos.

Controlo da Ira
Pede-se aos pacientes que anotem pensamentos cépticos ou hostis quando os notam. Se os pensamentos persistem, eles tentam cortá-los dizendo (ou pensando): "Pare!" E são estimulados a substituir deliberadamente pensamentos cépticos e desconfiados por outros racionais, em situações críticas - por exemplo, se um elevador demora, buscar um motivo benigno, em vez de sentir raiva de alguma imaginada pessoa egoísta que pode ser responsável pela demora. Para encontros frustrantes, eles aprendem a capacidade de ver as coisas da perspectiva da outra pessoa. A empatia é um bálsamo para a ira.

Os pessimistas fumam e bebem mais, e fazem menos exercício que os optimistas, e são em geral mais descuidados com seus hábitos de saúde. Ou pode um dia descobrir-se que a fisiologia da esperança, de algum modo, é em si biologicamente proveitosa para a luta do corpo contra a doença. o isolamento social a sensação de que não se dispõe de ninguém com quem partilhar os sentimentos privados ou ter um contacto íntimo. Isto duplica as possibilidades de doença ou morte. São os relacionamentos mais importantes na vida, as pessoas que a vê-mos dia sim, dia não, que parecem ser cruciais para a nossa saúde. E quanto mais significativo o relacionamento em nossa vida, mais conta para a nossa saúde.

Pessoas que escrevam quinze ou vinte minutos por dia, durante mais ou menos cinco dias, sobre, por exemplo, "a mais traumática experiência de toda a sua vida", ou alguma preocupação premente no momento. O que as pessoas escrevem pode ser inteiramente para elas mesmas, se quiserem. Ganham com isso maior função imunológica, quedas significativas de visitas a centros de saúde nos seis meses seguintes, menos dias de ausência no trabalho, e até melhor função enzimática do fígado.


A criança que não consegue concentrar a atenção, que é mais desconfiada que
confiante, mais triste ou zangada que optimista, mais destrutiva que respeitosa, e
assoberbada de ansiedade, preocupada com fantasias assustadoras, e que se sente em geral infeliz consigo mesma. Uma criança assim tem pouca oportunidade em geral, e menos oportunidade de reivindicar as possibilidades do mundo.

Se o castigo vinha não tanto pelo que a criança tinha feito, mas pelo humor do pai ou da mãe. Eis aí uma receita para sentimentos de inutilidade e desamparo, e para o senso de que as ameaças estão em toda parte e podem se abater a qualquer momento.

Como perder os medos... Em geral, quando alguém aprende a assustar-se com uma coisa por medo condicionado, esse medo passa com o tempo. É um reaprendizado natural, à medida que o objecto temido é de novo encontrado, mas em que nesse momento em nada ele é realmente assustador, pois nesse momento estamos protegidos.

A memória repete o contexto de banir ansiedade, dessensibilizando-a e permitindo que um conjunto de respostas não traumatizadas se associe a ela. Outra rota de cura da ansiedade é, na mente, dar à tragédia outro resultado, melhor:
Ás vezes as crianças, ao brincarem com jogos, relembrando a história, elas conseguem matar o que as assusta, fortalecendo seu senso de domínio sobre aquele traumático momento de impotência.  Mas se é um episódio arrasador, a criança precisa de incontáveis repetições, reencenando o drama vezes e vezes, num ritual sinistro e monótono.
Outro passo na cura envolve contar e reconstruir a história na protecção dessa segurança, permitindo que os circuitos emocionais adquiram uma compreensão e resposta novas e mais realistas à lembrança traumática e seus gatilhos. À medida que os pacientes contam os horríveis detalhes do trauma, a memória começa a transformar-se tanto em seu significado emocional quanto em seus efeitos sobre o cérebro emocional.
Contar sua história às vezes dispara temores arrasadores, deve-se reduzir o ritmo para manter as reacções da pessoa dentro de uma gama tolerável, que não comprometa o reaprendizado.
Normalmente as pessoas precisam lamentar a perda trazida pelo trauma - seja um ferimento, a morte de um ente querido ou o rompimento de uma relação, o arrependimento por um passo não dado para salvar alguém, ou apenas o despedaçamento da crença em que se pode confiar nas pessoas.
O finalmente, significa reconstruir uma nova vida, com relações fortes, de confiança, e um Sistema de crenças que encontra sentido mesmo num mundo onde acontece tal injustiça. Tudo isso junto são sinais de sucesso na reeducação do cérebro emocional .

“Assim que nosso sistema emocional aprende alguma coisa, parece que nunca nos livramos dela. O que a terapia faz é ensinar-nos a controlá-la: ensina nosso neocórtex a inibir nossa amígdala. A tendência a agir é suprimida, enquanto a emoção básica sobre ela continua de modo contido.”

...quatro tipos de temperamento tímido, ousado, optimista e melancólico

A filosofia do "aprender a adaptar-se" na criação dos filhos ajuda as crianças medrosas a tomarem-se mais corajosas. Reaprendizado emocional sistemático surge como um exemplo de como a experiência pode ao mesmo tempo mudar padrões emocionais e moldar o cérebro. De todas as espécies, somos nós, os seres humanos, que levamos mais tempo para nossos cérebros amadurecerem plenamente. Os hábitos de controle emocional repetidos vezes sem conta na infância e na adolescência ajudam eles próprios a moldar esses circuitos.

O analfabetismo emociona(miúdos)l - "nos preocupemos mais com a qualidade da leitura e escrita dos alunos do que em saber se eles vão estar vivos na semana que vem".
...receberam treinamento directo de controle da ira através da representação de cenas, como provocações, que podiam levá-los a perder a calma. Uma das aptidões-chave para o controle da ira era monitorar os próprios sentimentos tomar consciência das sensações do corpo, como o enrubescimento e a tensão nos músculos, quando estavam se zangando, e a encarar esses sentimentos como um sinal para parar e pensar no que fazer em seguida, em vez de atacar impulsivamente. respostas sóbrias como afastar-se ou contar até dez, até passar o impulso de agredir, antes de reagir, não são automáticas;

“as aptidões de relacionamento, de um lado, e uma maneira de interpretar reveses que promovem a depressão, do outro”

Estamos numa Era da Melancolia, do mesmo modo como o século vinte se tomou a Era da Ansiedade.
Já não somos educados conhecendo muito a família maior. As perdas dessas fontes estáveis de auto-identificação significam uma maior susceptibilidade à depressão. Num número cada vez maior de famílias, vem aumentando a indiferença dos pais pelas necessidades dos filhos enquanto eles crescem. Isso não é uma causa directa da depressão, mas estabelece uma vulnerabilidade. Factores de tensão mais cedo afectam o desenvolvimento neurónio, o que leva à depressão quando se está sob grande tensão mesmo décadas depois. O coração martela, as mãos suam, treme-mos e tenta-mos escutar com clareza, mantendo ao mesmo tempo o autocontrole para atravessar o momento sem gritar, culpar ou fechar-se na defensiva.

“Uma aptidão social chave é a empatia, compreender os sentimentos dos outros e adoptar a perspectiva deles, e respeitar diferenças no modo de as pessoas encararem as coisas. Distinguir entre o que alguém diz ou faz e nossas reacções e julgamentos; ser mais assertivo que raivoso ou passivo aprender as artes da cooperação, solução de conflitos e negociação de meios termos.”
E poder dar nome aos sentimentos, e com isso distinguir melhor entre eles, é uma aptidão emocional chave.


Para controle de impulso, exibe-se com destaque um cartaz com um sinal de trânsito de seis etapas:
Sinal vermelho: 1. Pare, se acalme e pense antes de agir.
Sinal amarelo: 2. Diga o problema e como você se sente.
3. Estabeleça uma meta positiva.
4. Pense em muitas soluções.
5. Adiante-se às consequências.
Sinal verde: 6. Siga e tente o melhor plano.

AUTOCONSCIÊNCIA EMOCIONAL
· Melhora no reconhecimento e designação das próprias emoções · Maior capacidade de entender as causas dos sentimentos · Reconhecer a diferença entre sentimentos e actos.
CONTROLE DE EMOÇOES
* Melhor tolerância à frustração e controle da ira * Menos ofensas verbais, brigas e perturbação de aulas * Maior capacidade de expressar adequadamente a ira, sem brigar * Menos suspensões e expulsões * Menos comportamento agressivo ou autodestrutivo * Mais sentimentos positivos sobre si mesmo, a escola e a família *Melhor no lidar com a tensão · Menos solidão e ansiedade social

CANALIZAR PRODUTIVAMENTE AS EMOÇÕES
* Mais comunicativo * Maior capacidade de concentrar-se na tarefa imediata e prestar atenção * Menos impulsivo; mais autocontrole * Melhores notas nos testes de aproveitamento

EMPATIA: LER EMOÇÕES
* Maior capacidade de adoptar a perspectiva do outro * Melhor empatia e sensibilidade com os sentimentos dos outros * Melhor no ouvir os outros
LIDAR COM RELACIONAMENTOS
* Maior capacidade de analisar e compreender relacionamentos * na solução de conflitos e negociação de desacordos * na solução de problemas em relacionamentos * Mais assertivo e hábil no comunicar-se * Mais popular e aberto; amistoso e envolvido com os colegas * Mais procurado pelos colegas * Mais preocupado e atencioso * Mais pró-social" e harmonioso em grupos * Mais partilha, cooperação e prestabilidade * Mais democrático no lidar com os outros

“a vida virtuosa, como têm observado os filósofos desde Aristóteles, baseia-se no autocontrole.”
"Precisamos estar no controle de nós mesmo, nossos apetites, nossas paixões para agir direito com os outros, É preciso força de vontade para manter a emoção sob o controle da razão.”

-A empatia, como vimos, leva ao envolvimento ao altruísmo e à piedade. Ver as
coisas da perspectiva dos outros estereótipos tendenciosos, e assim gera a tolerância e a aceitação das diferenças. Essas aptidões, são cada vez mais exigidas em nossa cada vez mais pluralista sociedade, permitindo que as pessoas vivam juntas em respeito mútuo e criando a possibilidade do discurso público produtivo. São artes básicas da democracia.

QUE É EMOÇÃO
· Ira: fúria, revolta, ressentimento, raiva, exasperação, indignação, vexame, acrimónia
animosidade, aborrecimento, irritabilidade, hostilidade e, talvez no extremo, ódio e
violência patológicos.
* Tristeza: sofrimento, mágoa, desânimo, desalento, melancolia, autopiedade, solidão, desamparo, desespero e, quando patológica, severa depressão. Medo ansiedade apreensão, nervosismo, preocupação, consternação, cautela, escrúpulo,
inquietação, pavor, susto, terror; e, como psicopatologia, fobia e pânico.
· Prazer: felicidade alegria, alívio, contentamento, deleite, diversão, orgulho, prazer
sensual, emoção, arrebatamento, gratificação, satisfação, bom humor euforia êxtase e, no extremo, mania.
* Amor: aceitação, amizade, confiança, afinidade, dedicação, adoração, paixão, ágape.
* Surpresa choque espanto pasmo maravilha * Nojo desprezo, desdém, antipatia, aversão, repugnância, repulsa.
* Vergonha: culpa, vexame, mágoa, remorso, humilhação, arrependimento, mortificação e contrição.

“Como o intervalo entre o que dispara uma emoção e sua erupção pode ser praticamente instantâneo, os mecanismos que avaliam a percepção são capazes de grande velocidade, mesmo em tempo cerebral, calculado em milésimos de segundo. Essa avaliação da necessidade de agir precisa ser automática, tão rápida da que jamais entra no saber consciente. Esse tipo de resposta emocional rápida e rasteira nos toma praticamente antes de sabermos ao certo o que se passa.”

“Assim como há rotas rápidas e lentas para a emoção uma pela percepção imediata e outra pelo pensamento reflectido, também há emoções que vêm a Convite.”
“os actores são apenas mais habilidosos que o resto de nós no uso intencional da segunda rota para a emoção o sentimento via pensamento.”
“Assim como a fantasia sexual leva a sentimentos sexuais, também lembranças felizes nos alegram, e pensam tos melancólicos nos deixam sorumbáticos”
“O que a mente racional pode em geral controlar é o curso dessas reacções. Tirando umas poucas excepções não decidimos quando ficar furiosos, tristes, e assim por diante”
“Grandes mestres espirituais, como Buda e Jesus, tocaram o coração de seus discípulos falando na linguagem da emoção, ensinando por parábolas, fábulas e contos. Na verdade, o símbolo e o ritual religioso pouco sentido fazem do ponto de vista racional; são expressos no vernáculo do coração.”

 -"Os sonhos são mitos privados; os mitos são sonhos partilhados"

O que importa é como tudo é percebido; tudo é o que parece ser. O que alguma coisa nos lembra pode ser mais importante do que o que ela "é". A mente emocional, porém, toma suas crenças como verdades absolutas, e assim desconta qualquer indício contrário. Por isso é tão difícil raciocinar com alguém emocionalmente perturbado: por mais válida que seja a nossa argumentação, de um ponto de vista lógico, não tem nenhum peso se não se encaixa na convicção emocional do momento. Os sentimentos se justificam a si mesmos, com uma série própria de percepções e "provas".

A mente emocional reage ao presente como se fosse o passado. Nossa mente emocional aparelha a mente racional para seus fins, por isso apresentamos explicações para nossos sentimentos e reacções racionalizações justificando-os em termos do momento presente sem perceber a influência da memória emocional.
Nesse sentido, podemos não ter ideia do que de fato se passa, embora possamos ter a convicção de saber exactamente o que se passa. Nesses momentos, a mente emocional arrastou a mente racional, pondo-a para servir seus próprios fins.

APTIDÕES EMOCIONAIS
Identificar e rotular sentimentos Expressar sentimentos Avaliar a intensidade dos
sentimentos Lidar com sentimentos Adiar a satisfação Controlar impulsos Reduzir tensão. Saber a diferença entre sentimentos e acções.
APTIDÕES COGNITIVAS
Falar consigo mesmo - ter um diálogo interior", como uma forma de enfrentar um assunto ou reforçar o próprio comportamento. Ler e interpretar indícios sociais - por exemplo, reconhecer influências Sociais sobre o comportamento e ver-se na perspectiva da comunidade maior. Usar etapas para resolver problemas e tomar decisões - por exemplo, controlar impulsos estabelecer metas, identificar acções estimativas, prever consequências. Compreender a perspectiva dos outros.
Compreender normas de comportamento (qual comportamento é adequado ou não).
Auto consciência - por exemplo, criar expectativas realistas para si.
APTIDÕES COMPORTAMENTAIS
Não verbais comunicar-se por contacto ocular, expressão facial, tom de voz, gestos e assim por diante. Verbais fazer pedidos claros, responder eficientemente à crítica, resistir a influências negativas, ouvir os outros, participar de grupos positivos de colegas .Principais componentes:
Auto consciência: observar-se e reconhecer os próprios sentimentos; formar um vocabulário para os sentimentos; saber a relação entre pensamentos, sentimentos e reacções.
Tomada de decisão pessoal: examinar suas acções e conhecer as consequências delas; saber se uma decisão está sendo governada por pensamento ou sentimento; aplicar essas intuições a questões como sexo e drogas.
Lidar com sentimentos: monitorar a "conversa consigo mesmo" para surpreender mensagens negativas como repreensões internas; compreender o que está por trás de um sentimento (por exemplo, a mágoa por trás da ira); encontrar meios de lidar com medos e ansiedades, ira e tristeza. Lidar com a tensão aprender o valor de exercícios, imagística orientada, métodos de relaxamento.
Empatia: compreender os sentimentos e preocupações dos outros e adoptar a perspectiva deles; reconhecer as diferenças no modo como as pessoas se sentem em relação às coisas. Comunicações falar efectivamente de sentimentos; tornar-se um bom ouvinte e perguntador; distinguir entre o que alguém faz ou diz e suas próprias reacções ou julgamento a respeito; enviar mensagens do "Eu" em vez de culpar. Auto-revelação valorizar a franqueza e construir confiança num relacionamento; saber quando é seguro arriscar-se a falar de seus sentimentos.
Intuição: identificar padrões em sua vida e reacções emocionais; reconhecer padrões semelhantes nos outros. Auto-aceitação sentir orgulho e ver-se numa luz positiva, reconhecer suas forças e fraquezas, ser capaz de rir de si mesmo.
Responsabilidade pessoal assumir responsabilidade; reconhecer as consequências de suas decisões e acções, aceitar seus sentimentos e estados de espírito, ir até o fim nos compromissos ( por exemplo, nos estudos)
Assertividade: declarar suas preocupações e sentimentos sem ira nem passividade.
Dinâmica de grupo: cooperação; saber quando e como conduzir, quando conduzido.

Solução de conflitos: como lutar limpo com outras crianças, com os pais, com os professores; o modelo vencer \ vencer para negociar acordos.

Sem comentários:

Enviar um comentário