Enquanto li o livro “inteligência
emocional”, retirei alguns excertos que achei serem importantes para um dia
mais tarde recordar.
Voltarei a ler este livro quando
estiver a educar o meu filho (sim, um dia vou ter um, só me falta começar o
planear com a mãe).
Preocupação excessiva
Os preocupados precisam de contestar
activamente os pensamentos preocupantes; sem isso, a espiral de preocupação
continuará voltando...
Assumir uma posição crítica em relação
às suas suposições: é muito provável que o fato temido ocorra? Trata-se,
necessariamente, de haver apenas uma ou nenhuma alternativa para que aconteça?
Há medidas construtivas a tomar? Adianta, mesmo, percorrer esses mesmos
pensamentos ansiosos sem parar?
Com prática, as pessoas identificam as
preocupações num ponto cada vez mais perto do início da espiral de ansiedade.
A depressão é um
estado de baixo estímulo, e a ginástica põe o corpo em alta
estimulação. Técnicas de relaxamento que põem o corpo num estado de baixa
estimulação, funcionam bem para a ansiedade um estado de alta estimulação, mas
não tão bem para a depressão. Levantar o ânimo, informa Diane, é armar um
pequeno triunfo ou sucesso fácil.
A capacidade de negar um impulso a
serviço de uma meta, seja montar uma empresa, solucionar uma equação algébrica
ou disputar um campeonato. As constatações dele acentuam o papel da
inteligência emocional como uma capacidade de atingir metas, determinando como
as pessoas podem empregar bem ou mal suas outras capacidades mentais.
Educar
Os custos emocionais para a vida
inteira da falta de sintonização na infância podem ser grandes e não só para
uma criança. O arrasto emocional é o coração da influência.
Incompetência Social
Falar directamente com os outros
quando estes Ihe falassem; iniciar um contacto social, não esperando sempre
pelos outros; a alimentar uma conversa, e não ficar simplesmente nos sins e
nãos ou outras respostas de uma só palavra; a manifestar gratidão aos outros,
dar preferência a outra pessoa quando passando por uma porta; esperar até que
alguém fosse servido de alguma coisa... Agradecer aos outros, dizer por
favor", partilhar e todas as outras interacções elementares que começamos
a ensinar às crianças a partir dos dois anos.
Optimismo
Os dois pecados capitais que quase
sempre levam à rejeição são tentar tomar a dianteira cedo demais e não entrar
em sincronia com o quadro de referência.
A educar.... meninos e meninas
As meninas tornam-se mais capazes que os meninos de
ardilosas tácticas agressivas como o ostracismo, a fofoca maldosa e as
vinganças indirectas. Os meninos, em geral, simplesmente continuam briguentos
quando zangados, ignorando outras estratégias mais disfarçadas Essa é apenas
uma das muitas formas como os meninos - e, depois, homens - são menos
sofisticados que o sexo oposto nos atalhos da vida emocional.
- quando as mães falam com as filhas
sobre sentimentos, discutem com mais detalhes o próprio estado emocional do que
fazem com os filhos
Uma inundação de pensamentos
tóxicos, uma desagradável onda de medo e ira que parece inevitável e,
subjectivamente, dura "uma eternidade" para passar
Ponto pleno sequestro, as
emoções da pessoa são tão intensas, sua perspectiva tão estreita e seus
pensamentos tão confusos, que não há esperança de adoptar o ponto de vista do
outro ou resolver o assunto de uma maneira nacional.
Importante dominar a capacidade de
recuperar-se rápido da inundação causada por um sequestro emocional.
Liderança não é
dominação,
mas a arte de convencer as pessoas a trabalhar para um objectivo comum. Poder
externar queixas como críticas construtivas, criar uma atmosfera em que a
diversidade seja mais uma coisa valorizada que uma fonte de atrito e o trabalho
em rede efectivo.
A Pior Maneira de
Motivar Alguém
- "Estás a foder tudo” - feita num tom duro, sarcástico, irado, não dando
nem possibilidade de resposta nem qualquer sugestão de como fazer melhor. Deixa
a pessoa que a recebe impotente e irada
A Crítica Habilidosa - "O principal
problema nesta etapa é que seu plano vai demorar muito e com isso elevar os
custos. Eu gostaria que você pensasse mais em sua proposta, para ver se
descobre uma maneira de fazer mais rápido o mesmo serviço." Concentre-se
nos detalhes, dizendo o que a pessoa fez bem, o que fez mal, e como isso pode
mudar. Não faça rodeios, nem seja indirecto nem evasivo; isso confundirá a
verdadeira mensagem.
Tenho de mudar: aconselhar pessoas a
verem a crítica como uma oportunidade de trabalhar junto com o crítico para
resolver o problema, não como uma situação de adversários.
Os preconceitos são uma espécie de
aprendizado emocional que ocorre cedo na vida, tornando essas reacções
especialmente difíceis de erradicar, mesmo em pessoas que, adultas, acham
errado tê-las. O simples ato de chamar o preconceito de preconceito ou
protestar contra ele na hora estabelece uma atmosfera social que o não
estimula; não dizer nada só serve para contestá-lo.
Uma olhada mais detalhada aos dados das
emoções específicas, sobretudo as três grandes: ira, ansiedade e depressão torna
mais claras algumas formas específicas em que os sentimentos têm importância
médica, mesmo que os mecanismos biológicos pelos quais essas emoções exercem
seus efeitos ainda não estejam plenamente entendidos.
Controlo da Ira
Pede-se aos pacientes que anotem
pensamentos cépticos ou hostis quando os notam. Se os pensamentos persistem,
eles tentam cortá-los dizendo (ou pensando): "Pare!" E são
estimulados a substituir deliberadamente pensamentos cépticos e desconfiados
por outros racionais, em situações críticas - por exemplo, se um elevador
demora, buscar um motivo benigno, em vez de sentir raiva de alguma imaginada
pessoa egoísta que pode ser responsável pela demora. Para encontros
frustrantes, eles aprendem a capacidade de ver as coisas da perspectiva da
outra pessoa. A empatia é um bálsamo para a ira.
Os pessimistas fumam e bebem mais,
e fazem menos exercício que os optimistas, e são em geral mais descuidados com
seus hábitos de saúde. Ou pode um dia descobrir-se que a fisiologia da
esperança, de algum modo, é em si biologicamente proveitosa para a luta do
corpo contra a doença. o isolamento social a sensação de que não se dispõe de
ninguém com quem partilhar os sentimentos privados ou ter um contacto íntimo.
Isto duplica as possibilidades de doença ou morte. São os relacionamentos mais
importantes na vida, as pessoas que a vê-mos dia sim, dia não, que parecem ser
cruciais para a nossa saúde. E quanto mais significativo o relacionamento em
nossa vida, mais conta para a nossa saúde.
Pessoas que escrevam
quinze ou vinte minutos por dia, durante mais ou menos cinco dias, sobre,
por exemplo, "a mais traumática experiência de toda a sua vida", ou
alguma preocupação premente no momento. O que as pessoas escrevem pode ser
inteiramente para elas mesmas, se quiserem. Ganham com isso maior função
imunológica, quedas significativas de visitas a centros de saúde nos seis meses
seguintes, menos dias de ausência no trabalho, e até melhor função enzimática
do fígado.
A criança que não consegue
concentrar a atenção, que é mais desconfiada que
confiante, mais triste ou zangada que
optimista, mais destrutiva que respeitosa, e
assoberbada de ansiedade, preocupada
com fantasias assustadoras, e que se sente em geral infeliz consigo mesma. Uma
criança assim tem pouca oportunidade em geral, e menos oportunidade de
reivindicar as possibilidades do mundo.
Se o castigo vinha não tanto pelo que a
criança tinha feito, mas pelo humor do pai ou da mãe. Eis aí uma receita para
sentimentos de inutilidade e desamparo, e para o senso de que as ameaças estão
em toda parte e podem se abater a qualquer momento.
Como perder os medos... Em geral, quando
alguém aprende a assustar-se com uma coisa por medo condicionado,
esse medo passa com o tempo. É um reaprendizado natural, à medida que o objecto
temido é de novo encontrado, mas em que nesse momento em nada ele é realmente
assustador, pois nesse momento estamos protegidos.
A memória repete o
contexto de banir ansiedade, dessensibilizando-a e permitindo que um
conjunto de respostas não traumatizadas se associe a ela. Outra rota de cura da
ansiedade é, na mente, dar à tragédia outro resultado, melhor:
Ás vezes as crianças, ao brincarem com
jogos, relembrando a história, elas conseguem matar o que as assusta,
fortalecendo seu senso de domínio sobre aquele traumático momento de
impotência. Mas se é um episódio
arrasador, a criança precisa de incontáveis repetições, reencenando o drama
vezes e vezes, num ritual sinistro e monótono.
Outro passo na cura envolve contar e
reconstruir a história na protecção dessa segurança, permitindo que os
circuitos emocionais adquiram uma compreensão e resposta novas e mais realistas
à lembrança traumática e seus gatilhos. À medida que os pacientes
contam os horríveis detalhes do trauma, a memória começa a transformar-se tanto
em seu significado emocional quanto em seus efeitos sobre o cérebro emocional.
Contar sua história
às vezes
dispara temores arrasadores, deve-se reduzir o ritmo para manter as reacções da
pessoa dentro de uma gama tolerável, que não comprometa o reaprendizado.
Normalmente as pessoas precisam
lamentar a perda trazida pelo trauma - seja um ferimento, a morte de um ente
querido ou o rompimento de uma relação, o arrependimento por um passo não dado
para salvar alguém, ou apenas o despedaçamento da crença em que se pode confiar
nas pessoas.
O finalmente, significa
reconstruir uma nova vida, com relações fortes, de confiança, e um Sistema de
crenças que encontra sentido mesmo num mundo onde acontece tal injustiça. Tudo
isso junto são sinais de sucesso na reeducação do cérebro emocional
.
“Assim que nosso sistema emocional
aprende alguma coisa, parece que nunca nos livramos dela. O que a terapia faz é
ensinar-nos a controlá-la: ensina nosso neocórtex a inibir nossa amígdala. A
tendência a agir é suprimida, enquanto a emoção básica sobre ela continua de
modo contido.”
...quatro tipos de
temperamento tímido,
ousado, optimista e melancólico
A filosofia do "aprender a
adaptar-se" na criação dos filhos ajuda as crianças medrosas a
tomarem-se mais corajosas. Reaprendizado emocional sistemático
surge como um exemplo de como a experiência pode ao mesmo tempo mudar padrões
emocionais e moldar o cérebro. De todas as espécies, somos nós, os seres
humanos, que levamos mais tempo para nossos cérebros amadurecerem plenamente.
Os hábitos de controle emocional repetidos vezes sem conta na infância e na
adolescência ajudam eles próprios a moldar esses circuitos.
O analfabetismo
emociona(miúdos)l - "nos preocupemos mais com a qualidade da leitura
e escrita dos alunos do que em saber se eles vão estar vivos na semana que
vem".
...receberam treinamento directo de
controle da ira através da representação de cenas, como provocações, que podiam
levá-los a perder a calma. Uma das aptidões-chave para o controle da ira
era monitorar os próprios sentimentos tomar consciência das sensações
do corpo, como o enrubescimento e a tensão nos músculos, quando estavam se
zangando, e a encarar esses sentimentos como um sinal para parar e pensar no
que fazer em seguida, em vez de atacar impulsivamente. respostas sóbrias como
afastar-se ou contar até dez, até passar o impulso de agredir, antes de reagir,
não são automáticas;
“as aptidões de relacionamento, de um
lado, e uma maneira de interpretar reveses que promovem a depressão, do outro”
Estamos
numa Era da Melancolia, do mesmo modo como o século vinte se tomou a Era da
Ansiedade.
Já não somos educados conhecendo muito
a família maior. As perdas dessas fontes estáveis de auto-identificação
significam uma maior susceptibilidade à depressão. Num número cada vez maior de
famílias, vem aumentando a indiferença dos pais pelas necessidades dos filhos
enquanto eles crescem. Isso não é uma causa directa da depressão, mas
estabelece uma vulnerabilidade. Factores de tensão mais cedo afectam o
desenvolvimento neurónio, o que leva à depressão quando se está sob grande
tensão mesmo décadas depois. O coração martela, as mãos suam, treme-mos e
tenta-mos escutar com clareza, mantendo ao mesmo tempo o autocontrole para atravessar
o momento sem gritar, culpar ou fechar-se na defensiva.
“Uma aptidão social
chave é a empatia, compreender os sentimentos dos outros e
adoptar a perspectiva deles, e respeitar diferenças no modo de as pessoas
encararem as coisas. Distinguir entre o que alguém diz ou faz e nossas reacções
e julgamentos; ser mais assertivo que raivoso ou passivo aprender as artes da
cooperação, solução de conflitos e negociação de meios termos.”
E poder dar nome aos
sentimentos, e com isso distinguir melhor entre eles, é uma aptidão emocional
chave.
Para controle de
impulso, exibe-se com destaque um cartaz com um sinal de trânsito de seis
etapas:
Sinal vermelho: 1. Pare, se acalme e
pense antes de agir.
Sinal amarelo: 2. Diga o problema e
como você se sente.
3. Estabeleça uma meta positiva.
4. Pense em muitas soluções.
5. Adiante-se às consequências.
Sinal verde: 6. Siga e tente o
melhor plano.
AUTOCONSCIÊNCIA EMOCIONAL
· Melhora no reconhecimento e
designação das próprias emoções · Maior capacidade de entender as causas dos
sentimentos · Reconhecer a diferença entre sentimentos e actos.
CONTROLE DE EMOÇOES
* Melhor tolerância à frustração e
controle da ira * Menos ofensas verbais, brigas e perturbação de aulas * Maior
capacidade de expressar adequadamente a ira, sem brigar * Menos suspensões e
expulsões * Menos comportamento agressivo ou autodestrutivo * Mais sentimentos
positivos sobre si mesmo, a escola e a família *Melhor no lidar com a tensão ·
Menos solidão e ansiedade social
CANALIZAR
PRODUTIVAMENTE AS EMOÇÕES
* Mais comunicativo * Maior capacidade
de concentrar-se na tarefa imediata e prestar atenção * Menos impulsivo; mais
autocontrole * Melhores notas nos testes de aproveitamento
EMPATIA: LER EMOÇÕES
* Maior capacidade de adoptar a
perspectiva do outro * Melhor empatia e sensibilidade com os sentimentos dos
outros * Melhor no ouvir os outros
LIDAR COM
RELACIONAMENTOS
* Maior capacidade de analisar e
compreender relacionamentos * na solução de conflitos e negociação de
desacordos * na solução de problemas em relacionamentos * Mais assertivo e
hábil no comunicar-se * Mais popular e aberto; amistoso e envolvido com os
colegas * Mais procurado pelos colegas * Mais preocupado e atencioso * Mais
pró-social" e harmonioso em grupos * Mais partilha, cooperação e
prestabilidade * Mais democrático no lidar com os outros
“a vida virtuosa,
como têm observado os filósofos desde Aristóteles, baseia-se no autocontrole.”
"Precisamos
estar no controle de nós mesmo, nossos apetites, nossas paixões para agir
direito com os outros, É preciso força de vontade para manter a emoção sob o
controle da razão.”
-A empatia,
como vimos, leva ao envolvimento ao altruísmo e à piedade. Ver as
coisas da perspectiva
dos outros estereótipos tendenciosos, e assim gera a tolerância e a aceitação
das diferenças. Essas aptidões, são cada vez mais exigidas em nossa cada vez
mais pluralista sociedade, permitindo que as pessoas vivam juntas em respeito
mútuo e criando a possibilidade do discurso público produtivo. São artes
básicas da democracia.
QUE É EMOÇÃO
· Ira: fúria, revolta,
ressentimento, raiva, exasperação, indignação, vexame, acrimónia
animosidade, aborrecimento,
irritabilidade, hostilidade e, talvez no extremo, ódio e
violência patológicos.
* Tristeza: sofrimento, mágoa,
desânimo, desalento, melancolia, autopiedade, solidão, desamparo, desespero e,
quando patológica, severa depressão. Medo ansiedade apreensão, nervosismo,
preocupação, consternação, cautela, escrúpulo,
inquietação, pavor, susto, terror; e,
como psicopatologia, fobia e pânico.
· Prazer: felicidade alegria,
alívio, contentamento, deleite, diversão, orgulho, prazer
sensual, emoção, arrebatamento,
gratificação, satisfação, bom humor euforia êxtase e, no extremo, mania.
* Amor: aceitação, amizade,
confiança, afinidade, dedicação, adoração, paixão, ágape.
* Surpresa choque espanto pasmo
maravilha * Nojo desprezo, desdém, antipatia, aversão, repugnância, repulsa.
* Vergonha: culpa, vexame,
mágoa, remorso, humilhação, arrependimento, mortificação e contrição.
“Como o intervalo
entre o que dispara uma emoção e sua erupção pode ser praticamente instantâneo,
os mecanismos que avaliam a percepção são capazes de grande velocidade, mesmo
em tempo cerebral, calculado em milésimos de segundo. Essa avaliação da
necessidade de agir precisa ser automática, tão rápida da que jamais entra no
saber consciente. Esse tipo de resposta emocional rápida e rasteira nos toma
praticamente antes de sabermos ao certo o que se passa.”
“Assim como há rotas rápidas e lentas
para a emoção uma pela percepção imediata e outra pelo pensamento reflectido,
também há emoções que vêm a Convite.”
“os actores são apenas mais habilidosos
que o resto de nós no uso intencional da segunda rota para a emoção o
sentimento via pensamento.”
“Assim como a fantasia sexual leva a
sentimentos sexuais, também lembranças felizes nos alegram, e pensam tos
melancólicos nos deixam sorumbáticos”
“O que a mente racional pode em geral
controlar é o curso dessas reacções. Tirando umas poucas excepções não
decidimos quando ficar furiosos, tristes, e assim por diante”
“Grandes mestres espirituais, como
Buda e Jesus, tocaram o coração de seus discípulos falando na linguagem da
emoção, ensinando por parábolas, fábulas e contos. Na verdade, o símbolo e o
ritual religioso pouco sentido fazem do ponto de vista racional; são expressos
no vernáculo do coração.”
-"Os sonhos são mitos privados; os mitos
são sonhos partilhados"
O que importa é como tudo é percebido;
tudo é o que parece ser. O que alguma coisa nos lembra pode ser mais importante
do que o que ela "é". A mente emocional, porém, toma
suas crenças como verdades absolutas, e assim desconta qualquer indício
contrário. Por isso é tão difícil raciocinar com alguém emocionalmente
perturbado: por mais válida que seja a nossa argumentação, de um ponto de vista
lógico, não tem nenhum peso se não se encaixa na convicção emocional do
momento. Os sentimentos se justificam a si mesmos, com uma série própria de
percepções e "provas".
A mente emocional reage ao presente
como se fosse o passado. Nossa mente emocional aparelha a mente racional para
seus fins, por isso apresentamos explicações para nossos sentimentos e reacções
racionalizações justificando-os em termos do momento presente sem perceber a
influência da memória emocional.
Nesse sentido, podemos não ter ideia
do que de fato se passa, embora possamos ter a convicção de saber exactamente o
que se passa. Nesses momentos, a mente emocional arrastou a mente racional,
pondo-a para servir seus próprios fins.
APTIDÕES EMOCIONAIS
Identificar e rotular sentimentos
Expressar sentimentos Avaliar a intensidade dos
sentimentos Lidar com sentimentos
Adiar a satisfação Controlar impulsos Reduzir tensão. Saber a diferença entre
sentimentos e acções.
APTIDÕES COGNITIVAS
Falar consigo mesmo - ter um diálogo
interior", como uma forma de enfrentar um assunto ou reforçar o próprio
comportamento. Ler e interpretar indícios sociais - por exemplo, reconhecer
influências Sociais sobre o comportamento e ver-se na perspectiva da comunidade
maior. Usar etapas para resolver problemas e tomar decisões - por exemplo,
controlar impulsos estabelecer metas, identificar acções estimativas, prever
consequências. Compreender a perspectiva dos outros.
Compreender normas de comportamento
(qual comportamento é adequado ou não).
Auto consciência - por exemplo, criar
expectativas realistas para si.
APTIDÕES
COMPORTAMENTAIS
Não verbais comunicar-se por contacto
ocular, expressão facial, tom de voz, gestos e assim por diante. Verbais fazer
pedidos claros, responder eficientemente à crítica, resistir a influências
negativas, ouvir os outros, participar de grupos positivos de colegas
.Principais componentes:
Auto consciência: observar-se e
reconhecer os próprios sentimentos; formar um vocabulário para os sentimentos;
saber a relação entre pensamentos, sentimentos e reacções.
Tomada de decisão
pessoal:
examinar suas acções e conhecer as consequências delas; saber se uma decisão
está sendo governada por pensamento ou sentimento; aplicar essas intuições a
questões como sexo e drogas.
Lidar com
sentimentos:
monitorar a "conversa consigo mesmo" para surpreender mensagens
negativas como repreensões internas; compreender o que está por trás de um
sentimento (por exemplo, a mágoa por trás da ira); encontrar meios de lidar com
medos e ansiedades, ira e tristeza. Lidar com a tensão aprender o valor de
exercícios, imagística orientada, métodos de relaxamento.
Empatia: compreender os
sentimentos e preocupações dos outros e adoptar a perspectiva deles; reconhecer
as diferenças no modo como as pessoas se sentem em relação às coisas.
Comunicações falar efectivamente de sentimentos; tornar-se um bom ouvinte e
perguntador; distinguir entre o que alguém faz ou diz e suas próprias reacções
ou julgamento a respeito; enviar mensagens do "Eu" em vez de culpar.
Auto-revelação valorizar a franqueza e construir confiança num relacionamento;
saber quando é seguro arriscar-se a falar de seus sentimentos.
Intuição: identificar padrões
em sua vida e reacções emocionais; reconhecer padrões semelhantes nos outros.
Auto-aceitação sentir orgulho e ver-se numa luz positiva, reconhecer suas
forças e fraquezas, ser capaz de rir de si mesmo.
Responsabilidade
pessoal
assumir responsabilidade; reconhecer as consequências de suas decisões e
acções, aceitar seus sentimentos e estados de espírito, ir até o fim nos
compromissos ( por exemplo, nos estudos)
Assertividade: declarar suas
preocupações e sentimentos sem ira nem passividade.
Dinâmica de grupo: cooperação; saber
quando e como conduzir, quando conduzido.
Solução de conflitos:
como lutar limpo com outras crianças, com os pais, com os professores; o modelo
vencer \ vencer para negociar acordos.
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