quinta-feira, 31 de julho de 2014

Subestima-me!

Subestima-me,
Subestima o meu silêncio,
como se de uma fraqueza se tratasse...
Subestima quem eu sou,
sem perder um minuto a conhecer-me intimamente.
Subestima minhas certezas parciais,
porque duvida do meu conhecimento.
Subestima meu presente,
por julgar meu passado e não acreditar no meu futuro.
Subestima tudo o que sou,
pois não consegue ver que eu sou bem mais do que o que pensa sobre mim.




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